sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Iniciativa solidária decorre até 30 de novembro, Município de Vouzela promove campanha de recolha de bens alimentares


O Município de Vouzela promove, até 30 de novembro, uma campanha de recolha de bens alimentares. 
A ação solidária reverte a favor das famílias mais carenciadas do concelho, que serão sinalizadas pelos serviços de Ação Social da autarquia. 
Os donativos podem ser entregues nas juntas de freguesia, instituições particulares de solidariedade social, escolas e no Gabinete de Educação e Ação Social do Município de Vouzela. 
Esta campanha é mais uma resposta social da autarquia face às dificuldades monetárias que algumas famílias do concelho vivem atualmente.


A 31 de outubro Cantanhede promoveu Workshop “Aprendizagem Ativa e Experimental” destinado a educadores de infância


Teve lugar no dia 31 de outubro, na sala de ciências do Centro Escolar de Cantanhede a realização do Workshop sob a temática “Aprendizagem Ativa e Experimental”.
Dinamizado pela equipa técnica do Exploratório de Coimbra e integrada no Plano Intermunicipal de Prevenção do Abandono Escolar e Promoção do Sucesso Escolar da Região de Coimbra, a iniciativa estava direcionada para educadores e revelou-se uma mais-valia para as educadoras, designadamente para o seu trabalho pedagógico
O Vice-Presidente com o pelouro da Educação, Pedro Cardoso, aproveitou a oportunidade para “realçar a importância deste workshop para estimular a aprendizagem ativa e experimental tendo subjacente as crianças como principais atores do processo de aprendizagem e a necessidade de criarmos oportunidades pedagógicas desafiantes e enriquecedoras, pois dessa forma, as aprendizagens podem ser mais significativas e duradouras”. Para além de destacar o trabalho da dinamizadora do workshop, educadora Helena Faria, atualmente técnica do Exploratório de Coimbra, fez questão de “reconhecer a importância da presença das educadoras do Concelho em ações promovidas pelas diversas entidades com vista a alcançar um objetivo comum a todas as entidades educativas do Concelho: o sucesso educativo dos alunos!”
Esta ação pretendeu promover a dinamização de metodologias ativas com o intuito de estimular a aprendizagem ativa e experimental preconizada nas orientações curriculares da educação pré-escolar. “Saímos daqui mais enriquecidas” foi uma a sensação expressa pela maioria de todas as participantes, após as 3 horas de formação. Revelando-se uma mais-valia para as educadoras, designadamente para o seu trabalho pedagógico. A troca de experiências e a motivação suscitada será, certamente, percursora do efeito multiplicador das estratégias apresentadas para uma primeira abordagem às ciências em contexto de sala de atividades.



No próximo domingo, 11 de novembro | Município de Cantanhede celebra Centenário do Armistício da Grande Guerra


A Câmara Municipal de Cantanhede vai assinalar o Centenário do Armistício da I Grande Guerra Mundial com várias ações que incluem uma evocação simbólica precisamente à mesma hora e na data em que se completam 100 anos sobre a assinatura do acordo de paz firmado às 11 horas da manhã do dia 11 de novembro de 1918.
A celebração do Armistício começa às 10h45, com o desfile da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede e da Banda Filarmónica Marialva de Cantanhede, até aos Paços do Município, onde, com representação de todas as freguesias, se procederá ao ato solene do hastear das bandeiras, seguido da deposição de uma coroa de flores.
O programa do período da manhã termina com a Missa na Igreja Matriz de Cantanhede, que será também de sufrágio por todos os soldados do concelho que participaram na 1.ª Grande Guerra
À tarde o ponto alto da efeméride é a apresentação editorial do livro “Da Guerra à Paz – O Concelho de Cantanhede na Primeira Guerra Mundial, de Fernando Pais, no qual os 474 soldados do concelho de Cantanhede que participaram na Grande Guerra estão referenciados com notas biográficas sobre a sua origem, situação familiar e aspetos da sua condição militar nas frentes de batalha. A obra é editada pelo Município de Cantanhede para prestar homenagem a esses combatentes e terá apresentação editorial na Biblioteca Municipal, depois da inauguração da exposição “Ser Soldado - Da Guerra à Paz”, na Casa Municipal da Cultura, às 15h30, e da visita comentada à instalação “Trincheira Evocativa da 1.ª Grande Guerra - Rememorar 1914-1918”, junto ao Monumento dos Combatentes do Ultramar.

CELEBRAÇÃO DO CENTENÁRIO DO ARMISTÍCIO 1.ª Grande Guerra: 1918-2018
Programa
10h45 – Desfile até aos Paços do Concelho: Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede e Banda Filarmónica Marialva de Cantanhede


11h00 – Hastear das Bandeiras e Deposição de Coroa de Flores


11h30 – Missa de Sufrágio por todos os soldados do concelho que participaram na I Grande Guerra na Igreja Matriz de Cantanhede

15h30 – Inauguração da exposição “SER SOLDADO - DA GUERRA À PAZ” Casa Municipal da Cultura
– Visita comentada à instalação “TRINCHEIRA EVOCATIVA I GRANDE GUERRA - REMEMORAR 1914-1918” Junto ao Monumento dos Combatentes do Ultramar
– Apresentação editorial do livro “DA GUERRA À PAZ - O CONCELHO DE CANTANHEDE NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL” Biblioteca Municipal de Cantanhede

Ovar | Síntese da Reunião de Câmara de 08 de novembro de 2018


Requalificação da envolvente à Estação e Largo Almeida Garrett | CMOvar aprova programa preliminar.

“Obra estruturante que vai marcar o futuro da comunidade vareira”



O executivo municipal aprovou ontem, em sede de reunião de Câmara, o programa preliminar de Requalificação da envolvente à Estação e Jardim Almeida Garrett – Ovar. Trata-se de uma obra estruturante e fundamental para o desenvolvimento da cidade de Ovar, que se encontra inserida no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) de Ovar e que representará um investimento superior a 800 mil euros.

Esta empreitada engloba a requalificação dos arruamentos envolventes à Estação de Caminhos-de-ferro e ao Jardim Almeida Garrett, nomeadamente, o Largo Serpa Pinto, a Rua dos Percursores da República, a Rua Sociedade Mercantil, a Rua dos Ferroviários, a Rua António Coentro de Pinho, a Rua Conselheiro Arala Chaves e o troço nascente da Rua Gomes Freire.

A extensão dos arruamentos em causa perfaz um total de 1,00 quilómetro, numa área de cerca de 1,50 hectares, englobando a zona nascente do centro da cidade, que intercala habitações, estabelecimentos comerciais e de serviços, destacando-se a Repartição das Finanças e a Estação de Caminhos-de-ferro.

A partir deste programa preliminar será, agora, elaborado o Estudo Prévio e o Projeto de Execução pelos serviços municipais.

Salvador Malheiro regozijou-se com o avanço de mais um projeto para Ovar, revelando que “esta obra estruturante vai marcar o futuro próximo da Comunidade Vareira... muito pela Positiva! Não perdemos o nosso foco!”.

CMOvar outorga Protocolo de Cooperação com a Associação Fraterna de Prevenção e Ajuda, o Hospital De Ovar, a Liga dos Amigos do Hospital de Ovar e a Junta de Freguesia de Esmoriz


A Câmara Municipal de Ovar outorgou, esta semana, um protocolo de Cooperação com a Associação Fraterna de Prevenção e Ajuda, o Hospital de Ovar e a Junta de Freguesia de Esmoriz, visando a promoção do Ensino e da Formação e a promoção do Debate e do Conhecimento sobre temas, serviços e produtos relacionados com as áreas clínicas e de desenvolvimento dos cuidadores em geral.

O presente protocolo foi outorgado considerando as potencialidades das instituições envolvidas, cujas atividades possuem pontos comuns e aspetos complementares e suplementares, sendo de manifesta relevância a troca de experiências, formação e informação, facilitando o trabalho em conjunto para a realização de ações de carácter científico e assistencial na área dos cuidadores em geral.

O protocolo foi ratificado nesta reunião de Câmara.

Vereador do PSD solicita prolongamento do prazo para os Figueiroenses poderem registar as suas propriedades

REGISTO DE PROPRIEDADES | Balcão Único do Prédio - BUPI
Vereador do PSD  solicita prolongamento do prazo para os Figueiroenses poderem registar as suas propriedades
O Vereador do PSD, Filipe Silva,  solicitou, na reunião de câmara de 10 de Outubro 2018, o prolongamento do prazo, por mais um ano, para que os Figueiroenses possam fazer o registo das suas propriedades. 

Balcão Único do Prédio - BUPI
A Lei n.º 78/2017, de 17 de agosto cria um sistema de informação cadastral simplificado.
O regime da presente lei é aplicável, como projeto-piloto de cadastro simplificado, à área de 10 municípios incluindo o de Figueiró dos Vinhos. O projecto foi aprovado em Agosto de 2017 mas só arrancou três meses depois , em novembro do ano passado, ao abrigo da Reforma da Floresta, e prolonga-se até 31 de outubro de 2018.
• Considerando que existe um conjunto de propriedades no concelho de Figueiró dos Vinhos cujos proprietários são desconhecidos ou, sendo conhecidos, não há precisão sobre a sua exata localização e os seus limites;
• Considerando que ainda falta referenciar uma larga percentagem de terrenos;
• Considerando que o prazo estipulado se esgota no final do corrente mês de Outubro;
• Considerando que um ano é insuficiente para o registo dos prédios rústicos do concelho;
• Considerando que é função do Estado, é função do Governo, é função da Administração Pública, suprir as necessidades e, sobretudo, ir ao encontro daquilo que são as expectativas dos cidadãos.

Ao abrigo das disposições regulamentares e regimentais aplicáveis, Luís Filipe Silva, Vereador eleito pela Coligação PSD/CDS propõe que a Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos solicite ao Governo que:

1. Prolongue por mais um ano as medidas constantes da lei 78/2017, de 17 de agosto e que, concretamente, se aplicam à área do município de Figueiró dos Vinhos.

Figueiró dos Vinhos, 10 de Outubro de 2018

O Vereador
Luís Filipe Antunes da Silva


Acidentes de viação deixam 19 óbitos e 15 feridos nas estradas moçambicanas

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Entre 27 de Outubro passado e 02 de Outubro corrente, os acidentes de viação causaram 19 óbitos e 15 feridos, dos quais 12 graves, disse o Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM).
Nesse intervalo, foram registados 20 sinistros rodoviários, contra 27 em igual período do ano passado. O excesso de velocidade e a má travessia de peões foram as principais causas, sendo os atropelamentos os que ocorreram e maior número.
A Polícia indica que, no período em alusão, 10 indivíduos foram detidos, acusados de condução ilegal, e outros 24 indiciados de suborno aos agentes da Polícia de Trânsito (PT).
Na mesma operação, que tinha em vista dissuadir desmandos na via pública, alguns dos quais acabam em derramamento de sangue e mortes, pelo menos 255 automobilistas ficaram sem as suas respectivas cartas devido a várias irregularidades.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Ministro Maleiane admite que prioridade são credores das dívidas ilegais e só depois o povo moçambicano; Governo pedia perdão de 50% aceitou 8,3%

Gráfico criado por Sauti / estimativas do Zitamar / montagem gráfica @Verdade
Adriano Maleiane, tal e qual o seu antecessor, está a privilegiar negociar com os credores das dívidas ilegais antes de explicar e obter o consentimento dos moçambicanos sobre as novas Garantias Soberanas que o Governo pretende emitir e vão deixar pelo menos quatro gerações de moçambicanos endividados. “O Parlamento imagine que aprova e depois o credor não concorda” declarou quando confrontado pelo @Verdade. Ademais o ministro da Economia e Finanças que revelou que do perdão de 50 por cento dos juros em atraso Moçambique conseguiu apenas 8,3 por cento, “eles cortaram 15 (milhões de dólares) vamos pagar 900(milhões de dólares norte-americanos).
Tal como o Governo de Armando Guebuza decidiu e endividou o país sem o consentimento dos moçambicanos o Executivo de Filipe Nyusi está a negociar com os agora credores das dívidas contraídas violando a Constituição da República e leis orçamentais antes de explicar ao povo que estratégia tem para gerir e resolver o drama da Dívida Pública Externa.
Questionado pelo @Verdade porque razão o Governo não foi pelo menos a Assembleia da República explicar os imperativos de negociar, em vez de repudiar, e qual o impacto das propostas de reestruturação das dívidas da Proindicus, EMATUM e MAM na vida do cidadãos nas próxima duas décadas o ministro Maleiane reagiu: “Mas como é que pode fazer isso se quem está a exigir as condições são os credores, aquilo que nós queríamos pusemos publicamente na imprensa quando fomos a Londres em Março de 2017”.
“O que eles querem são as contrapropostas e não podemos levar alguma coisa que nem sequer está consensualizado para ir ao Parlamento. O Parlamento imagine que aprova e depois o credor não concorda? A metodologia é discutir com o credor, e dizer ao credor que em princípio temos isto para levar ao Parlamento e ao Governo e depois será a posição definitiva do Estado”, tentou esclarecer o governante.
No entanto Adriano Maleiane implicitamente reconheceu que a proposta de reestruturação e agora o acordo de princípios não foram tornados públicos para esclarecer aos moçambicanos mas antes porque “a regra internacional dos mercados financeiros não deixa passar informação a um grupo sem que todos conheçam, então somos obrigados a publicar o que nós acordamos com este grupo para os outros não acusarem o Governo de estar a privilegiar um grupo em detrimento de outro. Este é o processo prático, técnico necessário e transparente que ajuda a facilitar o debate”.
“Depois disso nós vamos ter de pegar no Decreto 77/2017, que define os passos a seguir (para o endividamento público e emissão de Garantias Soberanas), se houver matéria para ir a Assembleia o Governo vai levar, se for preciso para a Procuradoria vai-se, e só depois é que nós vamos definitivamente fechar o dossier com a autorização das entidades que estão previstas no Decreto 77/2017”, disse Adriano Maleiane.
Moçambique pedia perdão de 50 por cento dos juros em atraso, conseguiu apenas 8,3 por cento
Falando a jornalistas nesta quinta-feira (08), em Maputo, à margem da Cimeira do Finantial Times, o titular da Economia e Finanças admitiu também que o comunicado tornado pública esta semana sobre o “acordo de princípios” é uma forma de pressão aos restantes credores e de certa forma ao Parlamento.
Foto de Fim de Semana
“Depois de termos o consenso, porque para avançar ainda temos de reunir pelo menos 75 por cento deles, o passo seguinte, na reunião do próximo ano, vamos com este consenso e vamos pedir que no mínimo 75 por cento concordem, já vamos para a reunião com 60 por cento, vamos precisar de 15 por cento. Aceite por 15 por cento os outros 25 tem que aceitar o que for aprovado porque considera-se tecnicamente maioria para obrigar aos outros que possam eventualmente não concordar”, explicou Maleiane.

Relativamente ao custo final da reestruturação para o povo moçambicano, que o @Verdade projectou em 2,4 biliões de dólares, somando o “acordo de princípios” mais o que Moçambique já amortizou da dívida da EMATUM, o governante refutou: “não vamos fazer esse tipo de contas”.
“É importante esclarecer que a dívida que nós estamos a negociar são 726 (milhões de dólares norte-americanos) originais mais os juros que nós não pagamos desde 2016, que são 186 (milhões de dólares norte-americanos), se somar dá 915,9 (milhões de dólares norte-americanos) então eles cortaram 15,9 (milhões de dólares norte-americanos) e vamos pagar 900 (milhões de dólares norte-americanos), esse é o valor nominal da dívida”, tentou aclarar Adriano Maleine sem mencionar que a proposta apresentada pelo o Governo em Março de 2017 pedia “perdão de 50 por cento dos juros em atraso”. Contas do @Verdade indicam que o perdão foi de apenas 8,3 por cento.
Os juros, que eram de 10,5 por cento, foram renegociados para 5,87 dos quais, nos primeiros 5 anos, Moçambique terá de pagar 4 por cento e, de acordo como o ministro, “1,87 por cento vamos capitalizar para que no 11º ano começamos a pagar o capital que vai incluir os juros capitalizados mais os juros do período dos 5 anos”. O esforço anual é menor mais foi alongado de 7 anos para 15 anos.
Relativamente aos instrumentos de valorização dos novos Títulos de Dívida Soberana a serem emitidos Adriano Maleiane clarificou que os 500 milhões de dólares não são a soma do que será pago mas é antes “o limite que os credores podem ter da comparticipação de receitas fiscais que vierem da Área 1 e da Área 4, ou seja é o limite máximo que foi fixado para, se por alguma razão o preço do gás aumentar e as receitas fiscais também aumentarem nessa base, não pagarmos mais do que devíamos. Podemos até não pagar isso, se não houver o excesso de receitas que projectamos para pagar o 5,87”.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique