quarta-feira, 15 de abril de 2020

Sporting avança com lay-off para evitar despedimentos

Sporting avança com 'lay-off' para evitar despedimentos
Este processo vai durar, pelo menos 30 dias, durante os quais 60% dos funcionários leoninos estão suspensos e 26% sofrem redução salarial e do tempo de trabalho.
O Sporting avançou com um processo de lay-off a 86% dos funcionários do clube para garantir a sustentabilidade e evitar despedimentos, devido à pandemia de Covid-19, disse esta quarta-feira à Lusa fonte oficial dos 'leões'.
De acordo com a mesma fonte, este processo vai durar, pelo menos 30 dias, durante os quais 60% dos funcionários leoninos estão suspensos e 26% sofrem redução salarial e do tempo de trabalho.
"Além de garantir a sustentabilidade, foi a forma de garantir que ninguém, nem mesmo trabalhadores a prestação de serviços [recibos verdes], seria despedido", sublinhou a mesma fonte.
O setor do desporto tem sido fortemente afetado com a pandemia, com a suspensão, adiamento ou cancelamento de quase todas as competições de todas as modalidades.
A confirmação do lay-off do clube verde e branco segue-se ao acordo com os futebolistas para uma redução salarial de 40% nos meses de abril, maio e junho e ao 'corte' para metade dos vencimentos dos administradores da SAD 'leonina', também durante estes três meses.
Lusa

Covid-19: Mais 761 mortos no Reino Unido fazem total subir para 12.868

Mais 761 mortos no Reino Unido fazem total subir para 12.868
Mais 761 pessoas infetadas nas últimas 24 horas morreram no Reino Unido, fazendo subir para 12.868 o número de óbitos durante a pandemia covid-19, anunciou hoje o Ministério da Saúde britânico.
O número total de casos de contágio é agora de 98.476, mais 4.605 do que no dia anterior, acrescentou.
No domingo, tinham sido registadas mais 778 mortes e 5.262 novos casos de pessoas infetadas relativamente ao dia anterior.

Os números das mortes referem-se apenas a pacientes diagnosticados com covid-19 que morreram no hospital até às 17:00 da véspera e são compilados a partir de dados das direções regionais de Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.
O número de pessoas infetadas é contabilizado de forma diferente e inclui os diagnósticos feitos até às 09:00 de hoje.
Lusa

Covid-19: Comissões de proteção de crianças têm de se manter abertas

Covid-19: Comissões de proteção de crianças "têm de se manter abertas"
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social disse hoje que as comissões de proteção de crianças e jovens têm de ter o seu espaço aberto ao público para que possam ser feitas sinalizações de perigo.
Ana Mendes Godinho falava hoje na Comissão de Trabalho e Segurança Social numa audição na sequência de requerimento apresentado pelo grupo parlamentar do PSD sobre as respostas sociais do Governo no âmbito da pandemia da doença Covid-19.
Na audição o deputado do grupo parlamentar do PSD Pedro Rodrigues questionou a ministra quanto ao acompanhamento que está a ser feito às crianças e jovens em risco, indicando que lhe têm chegado relatos de abandono e que não existe estratégia nacional nem acompanhamento por parte das comissões de proteção.
O deputado alertou que este período de isolamento potencia o abuso sobre crianças e jovens, tratando-se de uma fase de especial cuidado.
A ministra garantiu que tem havido um acompanhamento permanente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens ao trabalho desenvolvimento pelas comissões espalhadas pelo país e que foi dada orientação expressa de que têm de estar abertas em termos físicos.
Num primeiro momento, adiantou Ana Mendes Godinho, algumas estiveram em teletrabalho e as visitas às famílias era feita quando era detetada necessidade de o fazer.
No entanto, frisou, foi dada instrução para que os seus espaços estejam abertos ao público para permitir sinalizações de casos de risco.
Por outro lado, adiantou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens lançou uma campanha para dar mais informações sobre os meios e os recursos para que qualquer pessoa possa sinalizar casos.
Portugal tem 309 Comissões de Proteção de Crianças e Jovens que em 2018 (último relatório disponível) detetaram quase 14 mil situações de perigo, a maior parte por negligência, tendo havido um aumento nos casos de abuso sexual, e 254 crianças vítimas de abandono.
Várias organizações têm alertado para a necessidade de um acompanhamento redobrado e presencial das crianças que possam estar em risco, num período de confinamento devido à pandemia de covid-19, entre as quais a UNICEF Portugal que defende que o serviço social deve ser classificado como essencial.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou mais de 124 mil mortos e infetou quase dois milhões de pessoas em 193 países e territórios.
Lusa

Ansião assinala Mês Internacional da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância

Os Paços do Concelho lembram que é também tempo de sensibilização para os maus-tratos infantis. 

No Mês Internacional da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Ansião (CPCJ) associa-se, mais uma vez, à campanha promovida pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção de Crianças e Jovens, que visa consciencializar para a necessidade da prevenção dos maus-tratos na infância e sensibilizar as famílias para a parentalidade positiva. 

A CPCJ de Ansião não baixa os braços e continua a proteger as nossas crianças neste tempo ímpar que exige uma atenção redobrada. Para muitas crianças e jovens, a escola era ainda o lugar onde se sentiam mais seguros. Porém, o cenário de emergência que vivemos confinou-os a espaços muito restritos, a quatro paredes, onde poucos entram e que tanto se ignora. 

Durante o mês de abril, os laços azuis construídos pelo Agrupamento de Escolas de Ansião, símbolos do sofrimento silencioso das crianças e jovens vítimas de maus-tratos, pretendem consciencializar-nos para este drama, alertando-nos enquanto comunidade para o nosso papel de promoção do bem-estar e de salvaguarda do direito que as crianças têm de ver protegido o seu são desenvolvimento físico, mental e social. 

É, pois, da responsabilidade de todos nós darmos afeto, atenção, amor, e contribuirmos para a construção de uma sociedade mais empática e solidária, garantindo, não só durante o mês de abril mas em cada dia do ano, que as nossas crianças e jovens cresçam em ambientes saudáveis e sejam felizes. 

Programa Nacional de Desporto para Todos (PNDpT)


O PNDpT é uma medida de âmbito estrutural que visa apoiar programas desportivos que promovam a generalização da prática desportiva, de âmbito informal, recreativa ou competitiva (não federada), entendida como uma atividade determinante na formação e desenvolvimento integral dos cidadãos e da sociedade em geral. 

Na edição de 2020 do Programa Nacional de Desporto para Todos é feito um reforço na aposta em programas que promovam os valores éticos em contexto desportivo, como a igualdade, a verdade, o respeito, a responsabilidade, a amizade e a cooperação, bem como em programas que promovam a mobilidade ativa e a promoção da atividade física em contexto laboral. 

Nesta edição é também dada continuidade ao apoio a programas desportivos que valorizem a promoção da saúde e de estilos de vida saudáveis, a inclusão social, a sustentabilidade ambiental, a igualdade de género e a proteção dos direitos humanos.

São destinatários aos apoios a prestar pelo PNDpT: 

- As entidades públicas ou privadas, sem fins lucrativos, que tenham no seu objeto o desenvolvimento da prática desportiva, designadamente: 

federações desportivas, clubes, associações, coletividades, entre outras organizações cujo objeto social compreenda ou capacite o desporto de base em Portugal.


Como apresentar a candidatura
Submeter a candidatura através de formulário próprio para o efeito, disponível em: http://candidaturas.ipdj.pt/




Informações adicionais podem ser esclarecidas através do email: candidatura.desportoparatodos@ipdj.pt

Mais informações sobre o PNDpT em: http://www.idesporto.pt/conteudo.aspx?id=173&idMenu=4

CÂMARA MUNICIPAL DE AVEIRO LANÇA NOVAS DATAS PARA AS SESSÕES DE DIVULGAÇÃO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

Abre amanhã o período de três meses para apresentação de propostas ao Orçamento Participativo com Ação Direta (OPAD) - a iniciativa da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), que entrega aos cidadãos a oportunidade de liderar, diretamente, a execução de uma iniciativa de valor acrescentado para a comunidade – adiada de forma a respeitar as orientações da Direcção-Geral da Saúde para a contenção do novo coronavírus COVID-19.
A CMA disponibiliza, para a realização do OPAD um montante total de 100.000€ (com IVA) para apoiar financeiramente 2/3 dos custos totais do projeto até ao limite máximo de 20.000€ (com IVA). O remanescente será da responsabilidade do proponente, podendo ser realizado através de apoio financeiro e/ou de géneros de valor quantificado (formações, horas de trabalho, equipamento, entre outros).
As apresentações das propostas deverão agora ser realizadas através da plataforma online ou SMS, evitando assim o contacto social. O processo destina-se a todos os cidadãos, a partir dos 18 anos, e terá seis etapas – desde a divulgação e apresentação de propostas, passando pela análise técnica, votação dos projetos, apresentação de resultados e implementação das ideias vencedoras, de acordo com o calendário:
16 de abril a 15 de julho – Apresentação das propostas;
16 de julho a 7 de agosto - Análise técnica das propostas;
10 de agosto a 15 de agosto - Período de reclamações;
17 de agosto a 22 de agosto – Decisão sobre as reclamações;
1 de setembro – Divulgação da lista final de propostas a votação;
1 de setembro a 30 de setembro – Votação;
8 de outubro – Anúncio público dos projetos vencedores;
9 de outubro de 2020 a 16 abril de 2021 – Período de execução;

Núcleo Regional do Centro da LPCC oferece duas salas de pressão negativa ao IPO de Coimbra

Os equipamentos doados representam um investimento de 36.900 mil euros. A medida vem continuar e reforçar o apoio do Núcleo Regional do Centro ao IPO de Coimbra no combate à Covid-19, com o objetivo de intensificar a proteção dos doentes oncológicos.

15 de abril 2020 - O Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC.NRC) ofereceu duas salas de pressão negativa ao Instituto Português de Oncologia de Coimbra, num investimento global de 36.900 euros.
A ação da LPCC.NRC, de reforço das infraestruturas desta unidade hospitalar no combate à Pandemia pela Covid-19, permitirá uma maior proteção dos doentes oncológicos.
Segundo Vítor Rodrigues, Presidente da Direção da LPCC.NRC, este donativo insere-se na estratégia de continuar a auxiliar as instituições de saúde mais vocacionadas para o diagnóstico, tratamento e acompanhamento do doente oncológico, sendo complementar ao reforço do apoio social, emocional, jurídico que o Núcleo do Centro da LPCC tem vindo a reforçar na Região Centro.
As salas de pressão negativa funcionam como uma câmara de biossegurança individual, em pressão negativa, para isolamento eficaz de doentes infetados, evitando a contaminação cruzada e reduzindo o contágio.


Contactos I comunicacao.nrc@ligacontracancro.pt I 913 536 902 / 910 001 197