sexta-feira, 17 de junho de 2022

Alguma vez se questionou sobre qual o país menos habitado do mundo?

A Mongólia é o país menos povoado do mundo. Na verdade, a população de cavalos supera o número de habitantes no país.
Além de grande em termos geográficos, a Mongólia é um país rodeado apenas por terra e que faz fronteira com a Rússia, ao norte, e com a China, ao sul.
Quando falamos de tamanhos, a Mongólia pode não ser o maior país do mundo – apesar de passar essa impressão, uma vez que tem a menor densidade populacional do planeta.
Em algumas regiões, é possível passar dias sem ver ninguém. Se isso lhe agrada, com tantas paisagens de fazer cair o queixo – incluindo montanhas, planícies, pradarias e regiões desérticas – é bem provável que o país seja exatamente o tipo de destino que procura.

Sandra M. Pinto / Viagens & Resorts
Imagem: multinews

PJ da Guarda deteve homem de 31 anos suspeito de matar a avó em Seia

A Polícia Judiciária (PJ) deteve um homem de 31 anos, que está “fortemente indiciado” pela prática do crime de homicídio qualificado da sua avó, uma mulher de 70 anos, no concelho de Seia.

A PJ referiu em comunicado hoje enviado à agência Lusa que o Departamento de Investigação Criminal da Guarda, com a colaboração da GNR de Seia, “identificou e deteve um homem fortemente indiciado pela prática de um crime de homicídio qualificado”, ocorrido na quarta-feira, na localidade de São Martinho, em Seia, no distrito da Guarda, que teve como vítima uma mulher de 70 anos, avó do suspeito.
“Os factos ocorreram num contexto de convivência familiar, caracterizado por persistentes desavenças familiares entre o autor e a vítima, proprietária da residência onde os factos ocorreram e onde o primeiro também residia, juntamente com uma irmã, após ter regressado recentemente da Suíça”, lê-se.
A fonte referiu que a morte “terá sido causada na sequência de mais uma discussão entre o autor e a vítima, que terá mesmo exigido o abandono da casa por parte do seu neto”.
“Nesse contexto, este, prevalecendo-se da sua superioridade física, agarrou a vítima pelo pescoço, estrangulando-a e fazendo-a tombar no chão, prosseguindo depois com sucessivos embates da cabeça desta contra o solo”.
De acordo com a nota da PJ, o suspeito terá solicitado assistência médica, via 112, “alegando, inicialmente, que o fez pela razão de ter encontrado a sua avó caída no chão e inanimada, mas acabando, mais tarde, por assumir ter sido ele o causador desse estado da vítima”.
Apesar de socorrida no local e depois transportada ao Hospital de Seia, “a vítima acabou por perecer, evidenciando claros sinais de agressão violenta”, adiantou a fonte.
O detido, desempregado, vai ser presente às competentes autoridades judiciárias, “tendo em vista o seu interrogatório judicial de arguido detido e a aplicação de adequadas medidas de coação”.
Madremedia/Lusa

Marcelo promulga Orçamento do Estado que “padece de limitações”

O Orçamento para 2022 acaba por ser um conjunto de intenções num quadro de evolução imprevisível", afirma o Presidente da República.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta sexta-feira o Orçamento do Estado para 2022 (OE2022).
O documento "padece de limitações evidentes, e, porventura, inevitáveis", refere o chefe de Estado, em comunicado publicado no site da Presidência da República.
"O Orçamento para 2022 acaba por ser um conjunto de intenções num quadro de evolução imprevisível, condenado a fazer uma ponte precária para outro Orçamento – o de 2023 – cuja elaboração já começou e que se espera já possa ser aplicado com mais certezas e menos interrogações sobre o fim da pandemia, o fim da guerra, os custos de uma e de outra na vida das Nações e das pessoas", sublinha a nota de Belém.
Marcelo Rebelo de Sousa enumera, em sete pontos, o que considera serem as "limitações" deste Orçamento do Estado, desde logo o facto de só entrar em vigor a meio do ano, mais concretamente no próximo mês de julho.
Por outro lado, o OE 2022 ainda "convive com um tempo de pandemia a converter-se em endemia", foi reelaborado e debatido em tempo de guerra na Ucrânia e "baseia-se num quadro económico em mudança e de contornos imprevisíveis", com prováveis impactos na inflação, investimento e crescimento da economia.
O Presidente da República argumenta que, apesar de tudo, "faz sentido promulgar e aplicar, o mais cedo possível, este Orçamento" e aponta quatro motivos.
  • "É preferível ter um quadro de referência, mesmo se tentativo e precário, ultimado há um mês, a manter o quadro anterior, ultimado há mais de seis meses".
  • " É preferível não sacrificar por mais tempo, pessoas e famílias que estão, desde janeiro, à espera de mesmo se pequenas, mas para elas importantes, medidas sociais".
  • "É preferível concentrar no Orçamento para 2023 – na sua preparação e debate – as matérias que estão ou possam estar em suspenso – desde a execução do Plano de Recuperação e Resiliência até a outros fundos europeus, à descentralização, à mais clara visão acerca dos custos da pandemia e da guerra e da sua duração".
  • "É preferível não ficar preso ao passado – regressando a uma discussão sobre o Orçamento para 2022, um Orçamento de ponte, para meio ano – atrasando mais um mês a sua aplicação, e olhar para o futuro e, sobre ele, debater abertamente a realidade possível e desejável".
  • Ricardo Vieira / RR

Covid-19. Menos mortes, casos e internamentos na última semana

A faixa etária com mais vítimas mortais na última semana foram os idosos com mais de 80 anos, com 186 mortes, seguido do grupo entre os 70 e 79 anos, com 56 óbitos.
Foram registadas menos mortes por Covid-19, casos e internamentos na semana entre os dias 7 e 13 de junho, avança o boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).
Naquele período foram diagnosticados 114.410 casos de infeção pelo novo coronavírus, uma redução a rondar os 43 mil casos em comparação com a semana anterior.
Foi confirmada a morte de 256 pessoas com Covid-19, uma descida de 41 óbitos em relação ao período anterior, indica a DGS.
Portugal tem agora uma taxa de mortalidade de 25 óbitos por um milhão de habitantes, uma queda de 14%.
A faixa etária com mais vítimas mortais na última semana foram os idosos com mais de 80 anos, com 186 mortes, seguido do grupo entre os 70 e 79 anos, com 56 óbitos.
Na semana entre 7 e 13 de junho, estavam internados nos hospitais nacionais, no conjunto de enfermarias e unidades de cuidados intensivos, 1.896 doentes com Covid-19, menos 95 pacientes.
Analisando apenas os cuidados intensivos, havia menos dez internados, num total de 98 doentes mais graves.
A taxa de incidência desceu 28%, para 1.111 casos por 100 mil habitantes. O valor do índice de transmissibilidade (Rt) não foi divulgado pela DGS.
A região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) foi a que registou mais casos na última semana, com mais de 50 novas infeções. Em LVT morreram 79 pessoas com Covid-19.
O Norte registou mais de 30 mil casos e 75 mortes, o Centro 15.773 infeções e 63 óbitos, o Alentejo 4.341 casos e 17 mortes e o Algarve 4.523 infeções e 11 óbitos.
Nas regiões autónomas, a Madeira registou 4.121 casos e oito mortes e os Açores 4.571 infeções e três óbitos.
 
Fonte: Renascença

Eurovisão 2023 deverá realizar-se no Reino Unido

 
Em comunicado, a organização da Eurovisão lamenta que a Ucrânia, o país vencedor, não acolha a próxima edição do festival e diz que encetou negociações com a BBC para que o Reino Unido, país que ficou em segundo lugar, possa receber o eurofestival.
É já uma tradição que o país vencedor receba o festival no ano seguinte, no entanto este deve garantir que "certos critérios", como a "viabilidade da realização do evento e a segurança de todas as partes interessadas, incluindo o público", sejam assegurados.
Em comunicado, a União Europeia de Radiodifusão (EBU) lamenta que a Ucrânia não possa receber o festival pela terceira vez (depois de o ter feito em 2005 e 2016).
"Dadas as circunstâncias atuais, as garantias de segurança e operacionais exigidas para uma emissora acolher, organizar e produzir o Festival Eurovisão da Canção ao abrigo das Regras do ESC [Eurovision Song Contest] não podem ser preenchidas pela UA:PBC [emissora ucraniana)".
"Como resultado desta decisão, de acordo com as regras e para garantir a continuidade do evento, a EBU iniciará agora as conversações com a BBC, vice-campeã deste ano, para potencialmente sediar o Eurovision Song Contest 2023 no Reino Unido", acrescentam.
Na edição deste ano, a Ucrânia venceu, pela terceira vez, com "Stefania", pela Kalush Orchestra, enquanto Portugal, a cargo de Maro, com "Saudade, saudade", ficou em nono lugar.
A vitória da Ucrânia deveu-se essencialmente à votação popular, não tendo o Reino Unido, representado pelo cantor Sam Ryder, que venceu na votação dos júris nacionais, conseguido ultrapassar os 631 votos da Ucrânia, 439 deles dados pela votação popular.
Recorde-se que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tinha assegurado que o país receberia o evento.
"A nossa coragem impressiona o mundo, a nossa música conquista a Europa! No próximo ano, a Ucrânia será a anfitriã da Eurovisão. Pela terceira vez na história. E acredito que não será a última vez", escreveu o presidente ucraniano numa publicação no Instagram à data.
"Faremos o nosso melhor para um dia receber os participantes e convidados da Eurovisão na cidade ucraniana de Mariupol. Livre, pacífica, reconstruída!", acrescentou.

Fonte: MadreMedia
Foto: Sapo24

Guerra na Ucrânia: Governo russo diz ter matado 19 mercenários que partiram de Portugal

Países com mais vítimas, segundo Moscovo, são Polónia, Estados Unidos, Canadá e Geórgia.
O Ministério da Defessa russo reivindicou esta sexta-feira que cerca de 7.000 “mercenários estrangeiros” provenientes de 64 países chegaram à Ucrânia desde o início do conflito, a 24 de fevereiro, e quase 2.000 terão sido mortos pelas forças russas.
As nossas listas, de 17 de junho, incluem mercenários e especialistas em armas de um total de 64 países. Desde o início da operação militar especial, 6.956 chegaram à Ucrânia, 1.956 já foram eliminados e 1.779 saíram” do país, referiu o Ministério da Defesa russo num comunicado divulgado esta sexta-feira.
O Governo russo acrescenta que a Polónia é o “líder absoluto” entre os países europeus em termos de combatentes (1.831) que chegaram à Ucrânia, seguido pela Roménia e Reino Unido. Esta declaração foi acompanhada por uma tabela do número de combatentes estrangeiros, classificando-os por nacionalidades na chegada à Ucrânia e as perdas registadas, segundo o Exército russo.
Os países com mais vítimas, segundo Moscovo, são Polónia (378 mortos), Estados Unidos (214), Canadá (162) e Geórgia (120). Portugal também consta na lista: dos 103 mercenários que partiram de Portugal, 19 terão sido mortos, 16 terão já saído da Ucrânia e 68 permanecem no território.
Desde o início da invasão de Moscovo na Ucrânia em 24 de fevereiro, milhares de voluntários estrangeiros, principalmente europeus, viajaram para este país para ajudar as forças em Kiev. A Rússia apresenta esses combatentes como “mercenários”, um termo pejorativo que sugere que estes são motivados pelo dinheiro.
Os separatistas pró-Rússia condenaram três destes combatentes à morte, dois britânicos e um marroquino.
Por seu lado, a Ucrânia e os seus aliados ocidentais sublinham que se há mercenários, estes estão do lado russo, com particular a presença de elementos do grupo Wagner, cujos integrantes foram deslocados da Síria para a Líbia, via Mali.

SIC Notícias/Lusa

NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO DO PROFESSOR MANUEL RAMOS, ANTIGO VEREADOR DA CÂMARA MUNICIPAL DE SILVES

A Câmara Municipal de Silves manifesta o seu profundo pesar pela morte de Manuel Francisco Castelo Ramos, em 16 de junho do corrente, e aos 64 anos de idade.

Manuel Ramos era Professor do Quadro na EB 2,3 Garcia Domingues, em Silves. Historiador e mestre em História de Arte, com produção científica dispersa por revistas, atas de congressos e outras publicações. Homem de cultura e fortemente embrenhado na defesa, salvaguarda e valorização do património histórico-cultural de Silves, exerceu o cargo de diretor do Museu da Cortiça da antiga Fábrica do Inglês. Foi o principal dinamizador e obreiro da sua criação, conseguindo o prémio Luigi Micheletti para melhor museu industrial europeu no ano de 2001. Colaborava com a autarquia para que o empreendimento da Fábrica do Inglês fosse classificado pela Direcção-Geral do Património Cultural como imóvel de Interesse Público, assim como no âmbito do projeto da sua reabilitação e recuperação.

Vereador Não Permanente da Câmara Municipal de Silves no mandato autárquico 2006-2009, eleito nas Listas da Coligação Democrática Unitária (CDU), destacou-se pela sua intervenção altamente qualificada na defesa intransigente das políticas públicas, da coesão territorial e social, do desenvolvimento do concelho e do interesse público local.

Tendo servido a população deste concelho enquanto Vereador da Câmara Municipal de Silves, o Professor Manuel Ramos deixa memórias e atos que perpetuarão a sua figura e o seu exemplo junto da população e dos órgãos da administração local.

À família, nomeadamente à esposa, aos filhos, restante família e amigos, o Município de Silves deixa as mais sentidas condolências.