domingo, 21 de dezembro de 2025

CCDR Centro lança Agenda da Dieta Mediterrânica

 A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) lança, hoje, 21 de dezembro, a primeira edição da “Agenda DM – Agenda da Dieta Mediterrânica”, uma revista digital, online no portal da CCDR Centro, que procura valorizar, promover e salvaguardar a Dieta Mediterrânica na Região Centro.
Inspirada no trabalho iniciado com a “Agenda para a Valorização e Salvaguarda da Dieta Mediterrânica no Centro”, apresentada em 2024, a Agenda DM integra entrevistas, roteiros sazonais, sugestões de leitura, divulgação de eventos regionais e contributos de reconhecidas personalidades da gastronomia e da investigação académica, dando voz a saberes, práticas e experiências que mantêm viva esta herança coletiva.
“Este trabalho reflete o empenho da CCDR Centro na valorização de um património reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade, evidenciando, ao longo das suas páginas, a diversidade e riqueza do território da Região Centro e reforçando a ligação profunda entre património alimentar, identidade cultural e desenvolvimento sustentável”, sublinha Isabel Damasceno, presidente da CCDR Centro.
A revista terá quatro edições por ano, fazendo coincidir a sua divulgação com o início de cada nova estação, sendo esta primeira dedicada ao inverno. Esta opção reflete a vontade de honrar os ciclos da natureza que, desde sempre, orientaram os agricultores nos seus cultivos, amanhos e granjeios, princípios basilares da Dieta Mediterrânica enquanto modelo de vida sustentável.
Mais do que um simples calendário de iniciativas, a Agenda DM afirma-se como uma publicação de referência que propõe uma autêntica viagem cultural, gastronómica e territorial, convidando a descobrir, saborear e experienciar a Dieta Mediterrânica nas suas múltiplas dimensões.

Coimbra, 21 de dezembro de 2025
Agenda DM
A Dieta Mediterrânica no Centro | Edição de inverno

sábado, 20 de dezembro de 2025

CONSELHO MUNICIPAL DA JUVENTUDE DA MARINHA GRANDE TOMA POSSE E INICIA NOVO MANDATO

 Realizou-se na passada sexta-feira, 19 de dezembro, no Auditório da Biblioteca Municipal da Marinha Grande, a cerimónia de tomada de posse do Conselho Municipal da Juventude (CMJ), um órgão de consulta e participação cívica que visa promover o envolvimento ativo dos jovens na vida democrática do concelho.
A sessão contemplou a tomada de posse dos representantes da Assembleia Municipal, associações juvenis, associações de estudantes do ensino básico, secundário e superior, organizações de juventude partidária, bem como dos observadores permanentes, nomeadamente representantes das Juntas de Freguesia e de uma Instituição Particular de Solidariedade Social.
O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente, tomou posse como Presidente do Conselho Municipal da Juventude, dando início a um novo mandato.

Na sua intervenção, Paulo Vicente sublinhou a importância do CMJ enquanto espaço de escuta ativa e construção conjunta de políticas públicas, afirmando que “a opinião dos jovens conta para o presente e para o futuro do concelho”. O Presidente destacou que a sociedade enfrenta desafios que afetam de forma particular as gerações mais jovens, defendendo que “é fundamental que as políticas sejam pensadas com os jovens e não apenas para os jovens”.
O autarca reforçou ainda que o CMJ deve ser um órgão ativo, assente num “diálogo plural e construtivo, onde as divergências enriquecem o debate”, incentivando os conselheiros a serem ativos, participativos e críticos. “Este Conselho não deve limitar-se ao cumprimento de formalidades, mas ser um verdadeiro laboratório de ideias”, afirmou.

Entre as áreas prioritárias para reflexão e contributos do CMJ, o presidente Paulo Vicente destacou temas como emprego jovem, educação, mobilidade, habitação, cultura e qualidade de vida, deixando uma mensagem clara de confiança na juventude da Marinha Grande. “Este concelho é uma excelente escola de cidadania ativa e este Conselho tem todas as condições para ser um instrumento fundamental dessa participação”, concluiu.

Após a cerimónia de tomada de posse, teve lugar a reunião do CMJ, com a eleição da Mesa, a eleição do representante para o Conselho Municipal da Educação, a definição do calendário das reuniões ordinárias para 2026 e outros assuntos.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Marinha Grande | VISITA DE BOAS FESTAS A INSTITUIÇÕES DO CONCELHO


O Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente; a Vereadora Carla Santana; o Adjunto do Presidente Raimundo Santos e técnicas da Câmara Municipal realizaram, nos últimos dias, uma visita a diversas instituições do concelho, no âmbito da quadra natalícia.
A iniciativa incluiu a passagem por lares de idosos, Centro de Saúde e respetivos serviços, Polícia de Segurança Pública, Guarda Nacional Republicana, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e escolas, com o objetivo de transmitir pessoalmente votos de Boas Festas e reconhecer o trabalho diário desenvolvido por estas entidades em prol da comunidade.
Durante as visitas, os autarcas destacaram a dedicação, o profissionalismo e o papel fundamental destes profissionais e instituições na promoção do bem-estar, da educação, da segurança e da coesão social no concelho, deixando uma palavra de agradecimento e proximidade nesta época especial.
Em clima de partilha e reconhecimento, foi oferecido o tradicional Bolo-Rei, num gesto simbólico, desejando a todos um Feliz Natal e um Ano Novo de 2026 com saúde, paz e prosperidade.



*Gabinete de Comunicação e Imagem

Crónica - Quando aprender Matemática custa mais de 100 euros, só para a máquina de calcular...

 O Estado orgulha-se, e bem, de facultar manuais escolares gratuitos no ensino obrigatório. É uma conquista civilizacional que contribuiu para reduzir desigualdades e garantir que nenhum aluno fique para trás por falta de livros. Mas essa lógica de justiça social parece esgotar-se quando se chega às calculadoras gráficas exigidas no ensino secundário. Livros há para todos. Calculadoras, apenas para quem pode pagar.
A incoerência é evidente. Os manuais são considerados instrumentos essenciais ao sucesso escolar e, por isso, assegurados pelo erário público. Já a calculadora gráfica, sem a qual disciplinas nucleares como Matemática A ou Física e Química se tornam substancialmente mais difíceis, é tratada como um acessório opcional. Na prática, não o é. É um requisito silencioso, mas determinante, que condiciona o percurso de milhares de alunos.
Esta exigência não atinge apenas os estudantes do ensino público. Também os alunos do ensino privado são confrontados com a mesma obrigação, sem qualquer apoio do Estado. Convém recordá-lo. Estes alunos não deixam de ser cidadãos com direitos nem de pertencer a famílias que contribuem, direta ou indiretamente, para o financiamento do sistema educativo. Muitos frequentam o ensino privado não por luxo, mas por ausência de resposta pública adequada ou por razões geográficas e familiares.
Num tempo em que se insiste, com razão, na importância estratégica das áreas científicas, esta situação torna-se ainda mais difícil de compreender. O país carece de profissionais qualificados nas ciências, na engenharia e na tecnologia. Multiplicam-se discursos sobre a necessidade de apostar nas áreas STEM. Contudo, logo à entrada do ensino secundário, levantam-se barreiras económicas que afastam precisamente os alunos com menos recursos desses percursos exigentes.
Não estamos a falar de valores simbólicos. Muitas destas calculadoras ultrapassam largamente os 100 euros. Para inúmeras famílias, esse montante representa uma escolha dura entre material escolar e despesas essenciais do quotidiano. A educação deixa, assim, de ser um direito universal e passa a depender da capacidade financeira do agregado familiar.
O argumento de que se trata de um investimento pessoal não resiste a uma análise séria. Também os manuais escolares o são, e ainda assim o Estado reconheceu que não podem ser fator de exclusão. Se a calculadora gráfica é essencial para aprender e para ser avaliado, então deve ser apoiada. Se não é essencial, então não deveria ser exigida. Tudo o resto é uma contradição pedagógica e social.
A ironia torna-se ainda mais evidente quando se constata que vivemos rodeados de tecnologia com capacidades de cálculo muito superiores às destas máquinas especializadas. No entanto, esses meios são proibidos em contexto de avaliação, enquanto se continua a impor um objeto caro, específico e socialmente discriminatório. Não se trata de modernização do ensino, mas de persistência num modelo ultrapassado.
A escola não pode ser justa apenas no discurso. Tem de o ser nos meios concretos que permitem aprender. Se o Estado pretende verdadeiramente promover o ensino das ciências e garantir igualdade de oportunidades, tem de apoiar todos os alunos, independentemente de frequentarem o ensino público ou privado. A educação não pode ser gratuita apenas para alguns.
Talvez esteja na hora de assumir uma solução estrutural. A introdução de cheques-ensino, extensivos também à aquisição de equipamentos escolares essenciais, permitiria ultrapassar grande parte destas incoerências. Em vez de apoios dispersos e desiguais, cada aluno teria um valor atribuído para os meios que o próprio sistema exige.
Com cheques-ensino, o apoio deixaria de depender da escola frequentada e passaria a centrar-se no aluno. Haveria mais transparência, mais equidade e maior liberdade de escolha. As famílias saberiam com o que podem contar, as escolas deixariam de improvisar respostas sociais e o Estado cumpriria, finalmente, o princípio da igualdade de oportunidades que tanto proclama.
No fim, a equação é simples. Ou continuamos a fingir que a escola é gratuita, enquanto impomos custos que muitos não conseguem suportar, ou assumimos políticas coerentes que tornem essa gratuitidade real. Quando aprender Matemática custa mais de 100 euros, o problema não é da calculadora. É do sistema.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Barcelos | Alexandra Malheiro tomou posse como Presidente do IPCA

 Alexandra Malheiro tomou posse como Presidente do Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) durante a Sessão Solene do Dia do IPCA, que assinalou os 31 anos da instituição.
Na sua intervenção de despedida, a Presidente cessante, Maria José Fernandes, sublinhou que “31 anos podem parecer pouco na vida de uma instituição, mas são uma vida inteira feita de pessoas, escolhas, desafios e coragem”, destacando o contributo dos anteriores presidentes — Lopes Nunes, Norberto Cunha, Agostinho Silva e, em particular, João Carvalho — para a afirmação do IPCA como uma instituição reconhecida a nível nacional e internacional. Agradeceu ao Conselho Geral, ao Conselho de Curadores, aos Presidentes de Câmara dos seis municípios onde o IPCA está presente e, de forma especial, a Fernando Reis, autarca que liderou o processo de instalação do IPCA em Barcelos, classificando essa decisão como “corajosa e visionária”. O agradecimento estendeu-se ainda às empresas e instituições parceiras, ao corpo técnico e docente, aos estudantes e à sua equipa dirigente, salientando o impacto do IPCA na região, no país e na vida das pessoas.
Já como Presidente do IPCA, Alexandra Malheiro deu posse à sua equipa dirigente e afirmou que este é “o início de um novo ciclo de continuidade, mas também de renovação, de escuta e de ação”, alinhado com o lema da sua candidatura, Identidade e Compromisso. Enalteceu a liderança da sua antecessora, destacando a sua visão estratégica, proximidade e profundo conhecimento das dinâmicas do ensino superior.
Referindo-se ao futuro da instituição, Alexandra Malheiro sublinhou que o IPCA atravessa uma fase determinante, nomeadamente com o processo de consolidação como universidade politécnica, que considera uma oportunidade estratégica para reforçar a missão da instituição no desenvolvimento regional, na inclusão social, na inovação e na excelência da formação.
Entre os projetos prioritários, destacou a concretização do BCRIC – Barcelos Research and Innovation Center, a implementação do edifício K2D, orientado para a inovação pedagógica e para a centralidade do ensino nos estudantes, e a criação do Barcelos Smart Digital and Design Hub, uma parceria com o Município de Barcelos e empresas da região dedicada à ciência, à inovação e à transferência de tecnologia.
A Sessão Solene contou ainda com as intervenções do Presidente do Conselho Geral do IPCA, Pedro Fraga, e da Presidente da Associação Académica, Beatriz Medela. Ambos elogiaram o percurso de Maria José Fernandes enquanto Presidente do IPCA, e desejaram votos de sucesso à Presidente empossada.
O momento musical esteve a cargo de Pedro Melo e a cerimónia incluiu a entrega de prémios e distinções a professores e estudantes, encerrando com a atuação dos Grupos Académicos e a entoação do Hino do IPCA.

*Ana Reis
Gabinete de Comunicação e Imagem (GCI)

Na segunda-feira, dia 15 de dezembro. Grupo Greenvolt atribui bolsas de estudo a estudantes do Município de Cantanhede

 
A Greenvolt, grupo global do setor das energias renováveis criado em Portugal, procedeu à entrega de oito bolsas de estudo, no valor de mil euros cada, a alunos do Município de Cantanhede, que demonstraram mérito académico, situação de vulnerabilidade económica e intenção de prosseguir estudos a nível superior.
Esta iniciativa decorre no âmbito do seu programa de Responsabilidade Social Corporativa e de aproximação às comunidades locais, denominado STOP – Share, Talk, Offer, Protect, que já ajudou alunos dos Municípios de Anadia, Mortágua, Estarreja, Ponta Delgada, Tábua, Águeda e Castelo Branco.
A entrega das bolsas decorreu na segunda-feira, 15 de dezembro, no salão nobre da Câmara Municipal de Cantanhede.
“Esta iniciativa pretende contribuir para a igualdade de oportunidades, para incentivar à construção de percursos académicos sólidos, de promover uma cultura de mérito, de trabalho, de esforço e estudo. Apostar na educação é investir no futuro e este gesto é uma forma de valorização e incentivo para a aposta na formação e qualificação", frisou o vice-presidente da autarquia, com o pelouro da Educação, Pedro Cardoso.
Coube ao Município de Cantanhede apoiar na divulgação da iniciativa junto dos agrupamentos de escolas do concelho.
Os alunos formalizaram as candidaturas diretamente junto da Greenvolt, através do envio do formulário e dos documentos exigidos. Posteriormente foi comunicada a lista de selecionados.
A Greenvolt é um grupo criado em Portugal, atualmente uma referência global no setor das energias renováveis em 20 geografias e que opera nas áreas da biomassa sustentável, projetos de grande escala (solar, eólica e baterias) e produção descentralizada de energia. A empresa desenvolve uma estratégia robusta de Responsabilidade Social Corporativa, centrada na aproximação às comunidades onde opera, e na promoção da literacia energética, da sustentabilidade e da equidade social.
Em Cantanhede a empresa instalou um parque solar fotovoltaico de grande dimensão, com cerca de 22 000 painéis solares distribuídos numa área de aproximadamente 15 hectares.
Em funcionamento desde final de 2022, este parque tem uma capacidade instalada na ordem dos 10 MW, o que permite uma produção anual estimada em cerca de 16 GWh de energia renovável, o que corresponde ao consumo médio anual de aproximadamente 5.000 habitações em Portugal
A energia gerada é injetada na rede elétrica nacional, contribuindo para uma maior penetração de fontes renováveis no balanço energético do país e reduzindo a dependência de combustíveis fósseis.



O PAI NATAL CHEGA A SILVES NO DIA 20 DE DEZEMBRO

 É já no sábado, dia 20 de dezembro, que a cidade de Silves se prepara para receber o Pai Natal, pelas 16h00.
Integrada no evento Silves Alegria do Natal, a iniciativa é promovida pelo Município de Silves e conta com entrada livre.
Vai ser uma tarde de verdadeira magia e muito espirito natalício que começa logo às 14h00 com a abertura do Mercadinho de Troca de Brinquedos pelo CAFAP – Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental da IPSS - O Castelo de Sonhos.
O Pai Natal chega, às 16h00, acompanhado pela Mãe Natal, duendes, mascotes e animadores, ao Largo do Município, de onde irá partir em direção à Praça al-Muthamid, com passagem pelas ruas 5 de Outubro e Elias Garcia. Pelas 18h00, é a vez do espetáculo “As Músicas de Natal da Princesa Floco de Neve” subir ao palco da tenda principal inserida no recinto do Silves Alegria do Natal e encantar os mais pequenos.
Estão todos convidados a viver a Alegria do Natal, em Silves!
Até 04 de janeiro os melhores momentos estão no Silves Alegria do Natal, consulte o programa: https://www.cm-silves.pt/pt/menu/4249/silves-alegria-do-natal-2025.aspx