sábado, 10 de novembro de 2018

Macroscópio – O referendo sobre Trump que ficou a meio da ponte

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Macroscópio

Por José Manuel Fernandes, Publisher
Boa noite!
 
Desta vez as sondagens não se enganaram e não houver surpresas. Os democratas conquistaram mesmo a Câmara dos Representantes e aumentaram o número de governadores. Os republicanos conservaram o Senado onde, em princípio, também terão reforçado a sua maioria. O que significa um quadro novo para a América, que o Presidente Trump terá de governar na segunda metade do seu mandato enfrentando uma maioria hostil na câmara baixa do Congresso, a responsável pela iniciativa legislativa (uma viragem que mesmo assim não o impediu de demitir logo no dia seguinte o procurador-geral Jeff Sessions...). Uma vitória da democracia? Um país dividido? Um governo bloqueado? Houve leituras para todos os gostos, assim como interessantes antecipações do que poderá ser a corrida presidencial de 2020 se Trump se recandidatar. Nesta newsletter não vou alongar-me muito, pois é imenso o oceano de artigos que poderia recomendar, apenas deixar-vos algumas pistas para terem a informação fundamental (caso ainda não a tenham) e meia dúzia de leitura mais originais. 
 
Relativamente aos resultados das eleições intercalares de terça-feira, Cátia Bruno resumiu bem, no Observador, em O travo amargo da vitória democrata, por que razão ninguém pode gritar vitória a plenos pulmões: “Afinal de contas, o resultado pode, de facto, ser encarado como uma vitória para Trump e para os republicanos ou nem por isso? Bom, tudo depende das lentes que se colocam. A História das intercalares mostra-nos que alguns Presidentes tiveram derrotas pesadas, como Ronald Reagan em 1986, quando perdeu o controlo do Senado para os democratas (a Câmara dos Representantes já era azul a essa altura). Bill Clinton, em 1994, foi ainda mais esmagado, numa eleição que ficou conhecida como a “Revolução Republicana”, devido à perda de controlo dos democratas das duas câmaras. Por outro lado, em 2002, George W. Bush viu o seu partido aumentar o número de representantes e senadores, podendo assim cantar vitória. Desta vez, nada é assim tão óbvio. Mas uma coisa é inegável: apesar de tudo, Trump já não terá a vida tão facilitada para governar. O que não invalida outro ponto: o de que a “onda azul” democrata que alguns previam também não se confirmou.”
 
Ainda sobre o que se destacou naquela noite eleitoral, João de Almeida Dias contou-nos em Mulheres, gays, negros: as vitórias históricas como entrou para o Congresso gente que habitualmente era inelegível. Já Rita Dinis, e continuo no Observador, sintetizou em "Um grande dia para democracia"? Os editoriais dos três principais diários dos Estados Unidos, o New York Times (os democratas têm “a oportunidade de mostrar que há uma maneira melhor de legislar que não seja reduzir impostos para os mais ricos e ameaçar todos os outros” — mas para o conseguirem têm de “saber escolher as suas batalhas políticas”), o Washington Post (que considerou “agora, o sistema constitucional tem uma nova hipótese de funcionar da forma exata em que foi pensado”, com um poder legislativo de cor diferente do poder legislativo, favorecendo os freios e contrapesos imaginados pelos autores da Constituição) e o Wall Street Journal (não foi a “onda azul” que podia ter sido, mas as perdas do partido republicano foram ondulação bastante para “frustrar a presidência de Trump”).

 
A terminar este bloco mais informativo um conjunto de mapas que permitem ver “várias Américas” e que foi preparado pela BBC – US mid-term election results 2018: Maps, charts and analysis–, mas que também tem um gráfico muito revelador sobre a queda da abstenção, ou o aumento da participação eleitoral, gráfico que reproduzo acima. Foi o melhor resultado numas intercalares de 1970, o que é impressionante e mostra como os eleitores se mobilizaram e, ao contrário de algumas previsões, não desistiram da democracia.
 
Passando agora à análise peço desculpa pela imodéstia mas não posso deixar de começar por recomendar, dos órgãos de informação portugueses, o mais recente episódio do Conversas à Quinta, a troca de impressões semanal entre Jaime Gama e Jaime Nogueira Pinto que eu modero no Observador. Em Como fica a América de Trump depois da vitória dos democratas? faz-se uma leitura muito informada dos resultados e do seu significado, antecipa-se a forma como tanto democratas como republicanos poderão lidar com eles e traçam-se vários cenários para o que poderá vir a ser a estratégia de Trump agora que tem pela frente uma Câmara dos Representantes dominada pela oposição democrata. Repito, sem modéstia: vale mesmo a pena ouvir (no site, no Facebook ou em podcast).

 
Nos jornais portugueses referência ainda a Jorge Almeida Fernandes que, no Público, em Trump e as duas Américas, destaca que “a radicalização foi uma armadilha para os democratas. É Trump quem melhor sabe explorar a polarização”. E acrescenta: “aradicalização política agrava a polarização social. Um inquérito do Pew Research Center, de Novembro de 2017, revela a intensidade da radicalização das elites dos dois partidos. As suas “vanguardas”, os militantes mais fiéis e influentes, vêm ambas do topo da pirâmide social, da elite social e cultural americana. E são quem mais fortemente recusa a coexistência com “o outro”.
 
Este texto dá-me passagem para a primeira referência que seleccionei da imprensa norte-americana, o texto de Bret Stephens no New York Times, The Midterm Results Are a Warning to the Democrats, e que aborda precisamente os limites da vitória dos democratas: “The 28-seat swing that gave Democrats control of the House wasn’t even half the 63 seats Republicans won in 2010. Yet even that shellacking (to use Barack Obama’s word) did nothing to help Mitt Romney’s chances two years later.” Ou seja, a vitória republicana em 2010 não abriu o caminho a uma vitória republicana em 2012, pelo que uma vitória democrata em 2018 não abre necessariamente o caminho a uma vitória democrata em 2020: “Intellectual honesty ought to compel us to admit that we achieved precisely the opposite of what we intended. Trumpism is more entrenched today than ever. The result of the midterms means, if nothing else, that the president survived his first major political test more than adequately. And unless Democrats change, he should be seen as the odds-on favorite to win in 2020. To repeat: I’d hate to see that happen. I want Trump, and Trumpism, to lose. But if the Resistance party doesn’t find a way to become a shrewder, humbler opposition party, that’s not going to happen. The day Democrats take charge in the House would be a good opportunity to stop manning imaginary barricades, and start building real bridges to the other America.”
 
Este é um tema desenvolvido por inúmeros analistas, de perspectivas muito diferentes, umas mais políticas como a que citei acima, outras mais centradas nas matemáticas eleitorais e nas contas do colégio eleitoral que elege o Presidente, tema de que ocupa o estatista Nate Silver em The 2018 Map Looked A Lot Like 2012 … And That Got Me Thinking About 2020, no seu FiveThirthyEigth. Olhando para os estados que Hillary perdeu, e para os estados onde agora os democratas chegaram à frente, ele nota que pode haver duas estratégias diferentes para ganhar em 2020, não obrigatoriamente compagináveis:“What is clear, though, is the importance of Pennsylvania, Wisconsin and Michigan (although you could also add Minnesota to the mix). Win all three of them — let’s call them the Northern Path — and Democrats don’t need Florida, assuming that they hold the other states. Lose all three, and even Florida wouldn’t be enough. Instead, they’d have to win Florida plus at least one of North Carolina, Arizona, Texas and Georgia as part of what you might call a Sun Belt Strategy.” Ou seja, “Getting stuck in between the Northern Path and the Sun Belt Strategy is a big risk for Democrats: where their Electoral College problems become most acute.” 
 
É interessante também ver como um estratega político reconhecido, o republicano Karl Rove, o homem que ajudou a eleger George W. Bush, considera que esta eleição mostra que os dois partidos têm sérios problemas a resolver. No Wall Street Journal, em Both Parties Win—and Lose, escreve que “Both parties end this midterm with big problems to work on. For Democrats, left-wing policy nostrums not only cost them winnable races but also hardened feelings among middle-class voters that today’s Democratic Party—of Bernie, Elizabeth and Alexandria—isn’t for them. Similarly, Republican complacency about defections among college-educated suburbanites, particularly women, and independents’ first-in-a-decade decision not to vote Republican in a midterm could consign the GOP to a long period in the political wilderness if it isn’t careful.”
 
Duas notas ainda, uma para 5 Midterm Lessons for American Democracy, a newsletter do New York Times The Interpreter, de Max Fisher e Amanda Taub, e que são, respectivamente, as seguintes: 
1.The U.S. avoided a legitimacy crisis, which was a real risk 
2.The risk of future legitimacy crises may have grown 
3.Social polarization is likely to get worse
4.The Latin Americanization of U.S. democracy may slow in some ways, accelerate in others
5.Mostly good, if mixed, signals for global democracy
Do último ponto destaco esta passagem, para dar um toque de optimismo: “The electoral system more or less worked, which is good in that a major democratic failure in the United States would’ve sapped faith in democracy and given something of a green light to populists and nationalists seeking to roll things back incrementally . (...) For now, the peaceful passing of yet another American election might provide a small but much-needed bit of encouragement to beleaguered democracies everywhere.”

©The Economist
 
A outra referência é para o editorial da The Economist e é menos oprimista, pois para aquela revista The mid-terms produce a divided government for a divided country. Mais concretamente “A recipe for gridlock, poor governance and disenchantment with the political system”. O bloqueio actual poderá mesmo perdurar por muito tempo,não apenas até às próximas eleições de 2020, o que não é bom: “This equilibrium may be stable, but it is damaging for the country and for both parties. For the Republicans, the danger is a long-term one. For now, they hold the White House and have an increased majority in the Senate. But in a two-party system, a party that prevails while consistently failing to capture a majority of votes will one day find it is no longer seen as exercising power legitimately by a majority of voters. For the Democrats, the challenge is immediate. They may rail against a system that disadvantages them in structural ways, but cannot change that system until they can work out how to win within it. Running up vast vote shares in New York and California is all very well, but on its own will not deliver a governing majority. What is the way out of this impasse? The main onus is now on the Democrats. For their own good, not to mention the country’s, they have to find ways to appeal in America’s heartland.”
 
Podia ficar por aqui, e sobre as eleições intercalares americanas nada mais acrescento por hoje. Mas como vamos de fim-de-semana queria recomendar-vos um texto interessante e surpreendente, da The Atlantic: The Real Lesson of My Debate With Steve Bannon, de David Frum. O que se passou é que aquele colunista aceitou debater com o estratega da campanha de Trump num encontro em Toronto, este foi objecto de vários boicotes mas acabou por se realizar, o debate foi vivo e o resultado final digamos que surpreendente, mas não vou antecipá-lo. Vale a pena ler a descrição e a defesa que David Frum faz do debate aberto de ideias: “Integral to the liberal project, again in the broad sense of the word liberal, is confidence in the power of reason. Words and arguments can overbear ignorance and prejudice. Over the long term, words and arguments can even overcome oppression and violence. That’s why liberals in the broad sense are so uniquely horrified by official lying: How can reason prevail unless words connect to reality? How can we argue against people who will spread fictions, if serviceable to them, without a qualm? Illiberals and anti-liberals, on the other hand, appreciate the dark energy of human irrationality—not merely as a fact of our nature to be negotiated, but as a potent political resource. People do not think; they feel. They do not believe what is true; they regard as true that which they wish to believe. A lie that affirms us will gain more credence than a truth that challenges us.”
 
Como leitura complementar podem também encontar na The Tablet o relato de David Weitzner, sintomaticamente intitulado I Chose to Spend Shabbat With Steve Bannon. Isto porque ele foi a esse debate precisamente por achar que se deve combater Bannon com ideias e palavras e não com boicotes: “Theirs was a left-wing populism that sought to force me to choose between my identity and agency as a Jewish person and grandchild of Holocaust survivors and my belief in the power of debate. I needed to be in that particular room on this particular night for the cathartic release of seeing a fellow Jew look someone as powerful and dangerous as Bannon directly in the eyes, reference the upcoming 80thanniversary of Kristallnacht and affirm a liberal morality. Perhaps we take it for granted now but Jews have not always had this power in the face of illiberal threats.”
 
Como parece que vem aí vento e chuva, abriguem-se, agasalhem-se, tenham as melhores as leituras e o melhor dos fins de semana. E não se esqueçam de celebrar o São Martinho no domingo. 
 
 
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Los mexicanos más creativos de 2018 serán reconocidos en la gala “Los + creativos CDMX” de Forbes


por Yesica Flores
Por primera vez, los talentos más creativos de nuestra ciudad se reunirán en la gala “Los + creativos CDMX” de Forbes que se realizará el próximo 22 de noviembre para reconocer a las mentes creativas cuyas propuestas han posicionado a la Ciudad de México a la vanguardia en el contexto mundial.
Organizado por Forbes y la CDMX, la gala reunirá a personalidades de distintas disciplinas como la literatura, el teatro, la música, el arte contemporáneo, la arquitectura, el diseño, la gastronomía, entre otras manifestaciones artísticas, con el objetivo de mostrar al mundo la amplia oferta de innovación que se genera en nuestra capital y que no tiene comparación con ningún otro estado del país.
Diversos creativos mexicanos, mediante la presentación de distintas activaciones en torno a su arte, serán coanfitriones de esta gala. Todos ellos tienen en común a la Ciudad de México como fuente del desarrollo de su inspiración, el cual se impulsa gracias a la oferta de insfraestructura educativa, cultural, turística, entre otras.
A través de experiencias lúdicas y espacios dedicados a la exposición y a la expresión, la gala presentará los trabajos que han logrado que los ojos del mundo estén muy atentos al desarrollo de las propuestas que se generan en México.
Según datos de la Secretaría de Desarrollo Económico de la CDMX, las industrias creativas generan 125,000 millones de pesos al año y más de 300 mil empleos directos.
Además, durante el evento se dará a conocer la portada de la edición de diciembre de la revista Forbes, que lleva el título homónimo del evento y que reconocerá a la figura más creativa e innovadora de 2018. En ediciones anteriores, este título lo han protagonizado mexicanos con reconocimiento internacional como Guillermo del Toro, Alfonso Cuarón, Diego Luna, Gabriel Orozco y Francisco Toledo.
Jonathán Torres, director editorial de Forbes Media Latam, señaló: “A lo largo de 6 años, la edición de “Los + creativos” ha dado a conocer las historias de los mexicanos que han marcado un hito en la escena cultural, artística y creativa de México. A través de esta gala, buscamos generar una plataforma de exposición que permita impulsar a estos artistas en los distintos países donde nuestra revista tiene presencia”.
El acceso al evento será solo por invitación y podrá ser seguido a través de http://www.forbes.com.mx

LG LLEVA LA TECNOLOGÍA DE LAVADO A MÁS PERSONAS A TRAVÉS DE LA CAMPAÑA TWINWASH CHALLENGE


por Yesica Flores
LG Electronics anunció su campaña global TWINWash Challenge, con el objetivo de difundir los beneficios de la primera lavadora que permite lavar dos cargas de ropa al mismo tiempo. Esta iniciativa en México aterrizó con una divertida competencia en redes sociales y con el intento de un récord mundial.
La campaña anunciada en la mayoría de los países donde la empresa tiene subsidiarías como Colombia, Australia, Vietnam, Inglaterra; estuvo basada en dinámicas dónde, a través de una aplicación, los participantes pueden crear videos imitando los movimientos de los diferentes ciclos de la lavadora TWINWash.
En México LG implementó la campaña a cuya dinámica se sumaron personalidades como Inés Gómez Mont y Dominika Paleta, quienes, junto con su familia, realizaron videos que compartieron con sus seguidores en redes sociales.
Como parte de esta exitosa campaña, la empresa busca un título de GUINNESS WORLD RECORDS para la Mayor cantidad de personas haciendo el paso Running Man simultáneamente. El Running Man forma parte de los movimientos del TWINWash Challenge y el evento se llevará a cabo el próximo domingo, 11 de noviembre en la Plaza Manuel Tolsá, ubicada en el Centro Histórico de la Ciudad de México y será conducido por Tabata Jalil y Jessie Cervantes, quienes invitarán a las familias mexicanas a hacer romper el récord.
Como cierre del evento, para celebrar el nuevo título de GUINNESS WORLD RECORDS, los asistentes podrán disfrutar del concierto gratuito de Playa Limbo, en el que cantarán en vivo los éxitos que los han hecho famosos.

LANIX PRESENTA LA FAMILIA X, SU NUEVA GENERACIÓN DE EQUIPOS DE COMPUTO PORTÁTILES PREMIUM


por Yesica Flores
LANIX uno de los grandes fabricantes de productos tecnológicos en México con mayor trayectoria, se ha caracterizado por ofrecer equipos que cumplan de manera acertada con características específicas para su desempeño; que ofrezcan equipos de vanguardia, pero siempre a un costo accesible. Contando con la calidad y funcionalidad que los define dentro del mercado tecnológico, LANIX Cómputo, anuncia el lanzamiento de la edición especial de equipos portátiles premium, la Familia X, con la cual se posiciona como una de las primeras marcas en el mercado, que incluye lo más avanzado en procesadores y diseño en un equipo de fácil acceso para el consumidor.
“LANIX se ha distinguido a lo largo de casi 28 años en el mercado por la innovación en sus productos, la creación de la Familia X, sin duda materializa nuestros avances en diseño y desempeño, pero sobre todo los deseos del usuario por tener un equipo atractivo, con características y herramientas eficientes que cubra las necesidades en las tareas del día a día. Nuestra filosofía sigue siendo el compromiso de ofrecer un producto diferente y sofisticado, ideado para atender las necesidades específicas del mercado mexicano y de nuestros diversos consumidores, con esta edición especial, el usuario podrá extender los beneficios y la emocionante experiencia de un buen equipo portátil con un excelente balance entre precio y calidad. Hoy en LANIX aportamos al mercado un producto premium, de alta calidad y diseño, pero sobre todo de origen mexicano. Afirmó Angel García, Director Comercial Retail de Lanix Cómputo.
Sin dejar atrás la parte visual que caracteriza a la marca, estos nuevos equipos, han sido inspirados en la actual imagen que los representa, tras un concepto sofisticado e innovador, fresco y elegante que representan, ahora es plasmado en una familia cuyo sello distintivo es la X, de LANIX, dando así como resultado la Familia X.
Esta nueva línea de productos está destinada para profesionales, ejecutivos y estudiantes que buscan experiencias de alta calidad ya que conjuntan las características más demandadas por el dinámico estilo de vida con alto desempeño y resistencia.
La primer integrante de esta familia es la nueva Neuron-X, un modelo Premium más pequeño, más rápido y brillante que nunca; el mejor equipo en su categoría por su elegancia, porte y calidad, además de su adecuada configuración para las tareas más demandantes del día a día.
Cuenta con un envidiable y atractivo diseño con biseles aún más delgados, fabricado en aluminio que brinda una estructura mejorada, de mayor durabilidad y ligereza, además de un teclado iluminado que permite escribir más cómodamente hasta en lugares con poca luz, este equipo portátil se encuentra en dos diferentes colores, Iron y Azul que lo hacen aún más fascinante.
Con una pantalla LED de 14.1 pulgadas a una resolución de 1920 X 1080 que al ser combinada con un borde prácticamente invisible revoluciona su estética, además de portar una cámara web de 2MP.
Nuevamente, LANIX sorprende en ser la primer marca mexicana de tecnología en cómputo, que incluye en un dispositivo portátil de esta categoría, la última generación de procesadores Intel, el Celeron N4000; que conjugado con un sistema Operativo Windows 10 proporcionan excelentes funciones multitarea y una velocidad mejorada en un equipo de estas características. Disponible con una memoria de 4 GB y una capacidad de almacenamiento de 128 GB SSD.
Tiene 2 puertos USB 3.0, Micro HDMI, lector de tarjetas micro SD y conectividad WiFi – Bluetooth; es un dispositivo que cuenta con lector incorporado de huella digital para seguridad de la información, singularmente fabricado con un grosor de 320mmx214mmx14mm y un peso de 1.4Kg.
Por si fuera poco la Neuron-X, brinda un rendimiento extraordinario debido a su almacenamiento de estado sólido con el que el usuario podrá realizar sus tareas más rápido y eficientemente, así como tener protegida su información contra golpes y mayor duración de batería hasta por 7 horas.
La Neuron-X tendrá un costo de $8,500 y se encontrará disponible en los puntos de venta autorizados Elektra y Office Depot a partir del 15 de noviembre.
Continuando con los avances en desarrollo de tecnología, LANIX busca despertar el interés del consumidor con una serie de equipos de potente rendimiento, elegantes y seductores diseños que estará presentando en próximos días, como la AIO X, un equipo con gran capacidad de almacenamiento, un impresionante Diseño de Pantalla LED Curva y amplia conectividad.
Sin duda la Familia X, logrará satisfacer las necesidades del consumidor y amante de la tecnología, destacando pueda la perfecta combinación entre desempeño y vanguardia en un solo equipo.
“Con LANIX vive la Innovación”

INGLATERRA: Duarte Xavier chamava-se Ana no Tinder e, apesar da barba, seduziu 4 homens. Foi condenado a 15 anos de prisão

Homem de 34 anos, originário da Madeira, seduzia pela internet como se fosse uma mulher para encontros na escuridão com os olhos vendados. Foi condenado a 15 anos de prisão
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Imagem:Portal de Angola
Um português que teve relações sexuais com quatro homens fingindo ser uma mulher foi hoje condenado a 15 anos de prisão por um tribunal britânico.
Duarte Xavier conheceu esta sexta-feira a sentença no tribunal criminal de Kingston upon Thames, perto de Londres, após ter sido declarado culpado no início de outubro de seis crimes por atividade sexual com homens, alguns envolvendo penetração.
O juiz Michael Hunter descreveu o caso como uma "campanha de mentira para obter sexo ao fingir que era uma mulher atraente, sexualmente aventureira". Em vez de ter relações com outros homens homossexuais, o magistrado criticou Xavier por "escolher deliberadamente ter sexo com heterossexuais" e de o ter feito com um "grau elevado de planeamento cuidado".
Em vez de remorsos, manifestou até "algum grau de desprezo por uma das vítimas", continuou, e como agravante teve o facto de só ter parado após uma terceira detenção.
A advogada de defesa, Helen Butcher, ainda alegou como circunstâncias atenuantes que Xavier, natural da Madeira, foi "criado numa sociedade muito conservadora, intolerante com homossexuais" e que a sua orientação sexual foi mantida em segredo, o que foi uma "experiência difícil". A opção por "relações abertas", continuou, "não foi porventura o melhor modelo" para encontrar parceiros.
A duração da sentença, uma combinação de penas entre quatro e 11 anos por cada um dos seis crimes, a cumprir em simultâneo e consecutivamente, foi justificada pelo juiz como necessária para demover outros crimes semelhantes "na era da Internet". Os crimes foram cometidos entre fevereiro de 2016 e abril de 2018.
"Um homem heterossexual enganado a penetrar outro homem deve considerar essa uma experiência horrível", comentou Hunter, que admoestou a polícia por ter libertado Xavier duas vezes, após as quais continuou a cometer crimes, sem ter iniciado procedimentos judiciais.

Vítimas estavam de olhos vendados

Duarte Xavier tem 34 anos, tem barba, é calvo e vive na Inglaterra, sendo originário da Madeira. Estas são as características reais do homem que foi julgado em Londres por se fazer passar por uma mulher na rede social Tinder para seduzir homens e ter sexo com eles.Chamava-se Ana e, fingindo uma voz feminina, impunha condições que impediam os seus amigos do Tinder de o reconhecer como sendo do sexo masculino. Os encontros eram preparados de forma a que as vítimas tinham que estar de olhos vendados e não lhe podiam tocar. Pelo menos quatro homens caíram no engodo.
De acordo com as autoridades britânicas, Xavier apresentava-se no Tinder, e noutros sites de encontros como Craiglist ou Lovoo, como mulher e, após estabelecer contactos com potenciais vítimas, criava uma voz feminina ao telefone e enviava imagens sexualmente explícitas. Depois era feito o convite para sexo no seu apartamento em Wandsworth, Londres.
O primeiro caso, dos que chegaram a tribunal, ocorreu em fevereiro de 2016 com um homem de 45 anos. Chegou ao apartamento e, quase na escuridão, foi convidado a colocar uma venda pela voz feminina de Ana, isto é Duarte Xavier. Quando o contacto físico se iniciou, o homem desconfiou e acabou por remover a venda. Deu de caras com um homem e fugiu. Um ano depois uma situação idêntica ocorreu com um homem de 29 anos. Xavier, que dizia ao telefone ser uma dona de casa, justificava a escuridão e a venda nos olhos por ser "casada e não querer que o marido soubesse". Chegou a ser preso mais que uma vez mas acabou sempre por ser libertado. E voltava a atacar.
A polícia inglesa acredita que possa haver mais vítimas, que não apresentaram queixa por vergonha. Quatro dos queixosos tiveram mesmo relações sexuais. Em dois casos Xavier fez sexo oral a dois dos homens, passando por mulher, e noutras duas situações fez sexo anal passivo com os homens.

"Senti-me violado"

Uma das vítimas disse em tribunal: "Senti-me violado, com o que ele me fez. Foi chocante." Outro dos ofendidos contou a sua história e o encontro no apartamento de Xavier em Wandsworth. O homem colocou uma venda nos olhos antes de Xavier entrar no quarto e começar a fazer sexo oral. Descrevendo a situação, a vítima disse: "Fiquei furioso quando tirei a venda... Era um homem com barba. Dei-lhe uma ou duas bofetadas e disse 'porque não me disse a verdade'?"
A procuradoria inglesa, através de Kunal Davé, pediu a condenação em julgamento, o que veio a ser concedido: "Espero que a condenação não apenas deixe claro o quão importante é o consentimento no sexo, mas também dê às vítimas alguma forma de conforto, além de enviar uma mensagem para outras vítimas de que elas não estão sozinhas."
Como testemunha, a detetive Lucy Marsh, da polícia de Wandsworth, afirmou no tribunal que Xavier é um ser perverso: "Os crimes cometidos por Xavier são únicos na sua depravação. Todas as vítimas não tinham motivos para acreditar que não estavam com uma mulher. Todas declararam inequivocamente que nunca teriam consentido relações sexuais com outro homem."
Em tribunal, Duarte Xavier negou todas as acusações, alegando que as vítimas sabiam que ele era um homem, mas foi condenado. Os juízes do tribunal de Kingston Crown consideraram-no culpado de seis crimes de provocar que uma pessoa tivesse atividade sexual sem consentimento.
DN

GNR: Atividade operacional semanal

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre os dias 2 e 8 de novembro, que visaram a prevenção e combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:
  1. Detenções: 274 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 89 por condução sob o efeito do álcool;
  • 40 por condução sem habilitação legal;
  • 30 por jogo ilegal;
  • 24 por tráfico de estupefacientes;
  • Seis por furtos;
  • Três por violência doméstica;
  • Um por ameaças e coação;
  • Um por ofensas à integridade física;
  • Um por permanência ilegal em território nacional.
  1. Apreensões:
  • 1 722 doses de haxixe;
  • 69 doses de heroína;
  • 55 doses de cocaína;
  • 31 doses de folha de cannabis;
  • 15 doses de liamba;
  • 43 armas de fogo;
  • 33 armas brancas;
  • 512 munições;
  • 93 veículos;
  • 3 mil dispositivos informáticos;
  • 353 quilos de cortiça;
  • 92 quilos de pescado;
  • 90 quilos de bivalves;
  • 601 448 euros em numerário.
  1. Trânsito:
Fiscalização: 7 130 infrações detetadas, destacando-se:
  • 1 770 excessos de velocidade;
  • 371 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 324 relacionadas com tacógrafos;
  • 294 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
  • 241 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 183 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 176 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 159 por falta de seguro de responsabilidade civil.

Esta imagem do telescópio Hubble é tão linda que parece de mentira



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