sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Porto | Obras no Serviço de Imuno-hemoterapia do São João

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Serviço de Imuno-hemoterapia do CHUSJ vai ter novas instalações.
As obras nas futuras instalações do serviço de Imuno-hemoterapia do Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), no Porto, incluindo o Banco de Sangue, começaram hoje, dia 4 de novembro, e devem estar concluídas até fim de novembro, divulgou o hospital.
Esta empreitada vai permitir a transferência daquele serviço e do Banco de Sangue para «outro local do hospital», onde entram «em funcionamento no início de dezembro», libertando espaço necessário para a construção da nova ala pediátrica, explica o CHUSJ em comunicado.
O hospital destaca que o novo espaço do serviço de Imuno-hemoterapia contempla «melhoria das infraestruturas, equipamentos e estacionamento para receber todos os dadores de sangue, bem como o aumento da capacidade e da qualidade de resposta do serviço».
De acordo com o CHUSJ, o Banco de Sangue do São João «é o maior banco de sangue hospitalar no país, com cerca de 20 mil doações por ano, permitindo garantir a autonomia da instituição no que se refere aos componentes sanguíneos».
Quanto às novas instalações, «os condicionamentos de acesso e as alterações de circulação no perímetro do hospital serão comunicados oportunamente», acrescenta o comunicado.
«A transferência das instalações do serviço de Imuno-hemoterapia do CHUSJ está contemplada no plano de construção da ala pediátrica, libertando espaços programados para o desenvolvimento da obra».
O hospital destaca ainda que aquela empreitada «está a decorrer de acordo com o calendário previamente estabelecido, permitindo que a ala pediátrica esteja concluída até ao final do primeiro semestre de 2021».
Fonte: LUSA

Aveiro | Novas instalações para endoscopia

Hospital de Aveiro renova Serviço de Gastrenterologia.
A administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV) anunciou no dia 4 de novembro, que entraram em funcionamento novas instalações para endoscopia do Serviço de Gastrenterologia do Hospital de Aveiro.
As novas instalações contam com «duas salas de endoscopia, com sanitários e vestiários, uma sala de reprocessamento, com três máquinas de lavagem, com capacidade para desinfeção de cinco endoscópicos em simultâneo e com sistema de traceabilidade da utilização dos endoscópios, e uma sala para armazenamento dos endoscópicos, dotada de dois armários, com um sistema de traceabilidade integrado, que asseguram o controlo microbiológico».
De acordo com uma nota de imprensa do CHBV, foram também adquiridas duas torres de endoscopia «de última geração», com endoscópios de alta definição que, »além da melhor qualidade de imagem, permitem realçar imagens endoscópicas, através de um sistema de imagem avançado – NBI (Narrow-Band Imaging)».
«A nova funcionalidade, que requer treino adequado e empenho de toda a equipa, irá possibilitar maior deteção e melhor caracterização das lesões, importante na tomada de decisões terapêuticas, endoscópicas ou cirúrgicas) e orientação adequada dos doentes», explica o texto.
As novas instalações da área endoscópica, cujas obras de adaptação demoraram cerca de três meses e meio, possibilitam ainda a realização de exames com insuflação de dióxido de carbono, em vez de ar ambiente, “que proporcionará exames menos dolorosos e mais confortáveis».
Segundo a administração do CHBV, a área da Pequena Cirurgia também foi alvo de remodelação, com criação de uma sala de recobro, capacitada para três macas e dois cadeirões, «que irá permitir um recobro mais confortável e seguro».
A requalificação das instalações afetas ao Serviço de Gastrenterologia vai possibilitar que aquele serviço inicie a realização do rastreio do cancro colorretal, que havia sido acordado com a Administração Regional de Saúde do Centro, informa ainda o CHBV.
Fonte: LUSA

Região Norte | Obras no Hospital de Gaia

enfermaria e camas
Ministra da Saúde garante concretização na legislatura.
A Ministra da Saúde, Marta Temido , garantiu, dia 8 de novembro, que as obras projetadas para o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E) vão concretizar-se «sem dúvida nesta legislatura».
«O Governo vai desencadear todos os esforços para que a obra que é necessária possa acontecer no mais curto espaço de tempo possível. Esta tem sido uma obra complexa, mas sem dúvida que nesta legislatura queremos concretizar», disse a Ministra da Saúde.
Marta Temido , que falava aos jornalistas à saída de uma conferência no Centro de Reabilitação do Norte, gabou a «qualidade técnica dos profissionais» do CHVNG/E, admitiu que este estabelecimento de saúde «tem passado por algumas turbulências» e avançou que poderão existir novidades «na semana que vem», apontando que têm decorrido reuniões com o novo Conselho de Administração do hospital.
«Está garantido que o Governo vai desencadear as diligências necessárias para concretizar esta obra», que se traduz numa nova urgência e em novas enfermarias, disse a governante.
Na mesma altura, o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, avançou que a fase C de obra custará cerca de 60 milhões de euros e «poderá estar no terreno» em 2021. A fase B da obra estará concluída em março de 2020.
Fonte: Lusa

Health at a Glance 2019

Portugal é o 3.º país da OCDE com maior rácio de médicos per capita.
Portugal surge na terceira posição, no total de 45 países, relativamente ao indicador «número total de médicos per capita» da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Existem, atualmente, cinco médicos por cada mil habitantes, o que coloca Portugal à frente de países como Alemanha, França e Reino Unido.
Os dados foram revelados na publicação anual Health at a Glance, referente a 2019, divulgada esta quinta-feira, dia 7 de novembro, pela OCDE.
Na análise da evolução de um conjunto de indicadores ao longo do tempo, observam-se várias tendências positivas. Assim, no que respeita à esperança de vida Portugal surge ligeiramente acima da média da OCDE com 81,5 anos (mais oito meses que a média).
Portugal apresenta resultados favoráveis no consumo de tabaco, em que a média de fumadores diários maiores de 15 anos é de 16,8%, abaixo da média da OCDE, segundo o documento, que indica que as taxas de tabagismo variam de mais de 25% na Grécia, na Turquia e na Hungria, para menos de 10% no México e na Islândia. Já no que respeita ao consumo de álcool, os portugueses reduziram em cerca de dois litros o consumo de álcool ‘per capita’ entre 2007 e 2017, bebendo em média 10,7 litros por ano.
Esta edição do relatório Health at a Glance 2019 apresenta os dados mais recentes, comparáveis entre os estados membros da organização, designadamente sobre o estado de saúde das populações, o acesso aos cuidados de saúde, a qualidade dos cuidados prestados e o desempenho dos sistemas de saúde.

Para saber mais, consulte:

OCDE – Health at a Glance 2019 (em inglês e francês)

Primeiro robô cirúrgico do SNS

Hospital Curry Cabral já tem equipamento de cirurgia robótica.
O Hospital Curry Cabral inaugurou esta sexta-feira, dia 8 de novembro, o primeiro robô para cirurgias do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O equipamento, que foi doado ao Centro Hospitalar e Universitário Lisboa Central (CHULC) pelo Imamat Ismaili, terá custado entre três a quatro milhões e meio de euros e poderá ser utilizado em várias especialidades como substituto da mão do cirurgião, permitindo maior precisão e cirurgias menos invasivas.
A cerimónia de inauguração contou a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do príncipe Aga Khan, da Ministra da Saúde, Marta Temido , e do Presidente da Universidade Aga Khan, Firoz Rasul.
Na sua intervenção, a Ministra da Saúde agradeceu «o gesto generoso que Sua Alteza o Aga Khan concedeu ao SNS e a Portugal», sublinhando que «cabe a nós ser sábios o suficiente para garantir que o SNS possa fazer as mudanças necessárias que garantam que esse elemento básico da democracia portuguesa permaneça eficiente, robusto, universal e acessível».
Marta Temido lembrou que, atualmente, os desafios a ser enfrentados pelo SNS são «diferentes e mais complexos do que os já enfrentados até agora» e que «nos próximos anos, o SNS deve encontrar maneiras inovadoras e eficientes de continuar a fornecer cuidados de saúde de qualidade e sustentáveis».
O Presidente da República, que teve a oportunidade de experimentar o equipamento, considerou que «o SNS, além de preocupado permanentemente com o ir ao encontro das necessidades, que mudam e são crescentemente exigentes numa sociedade que muda, também tem de dar saltos do ponto de vista da qualidade científica e tecnológica».
«Este é um grande salto que só foi possível devido à doação do príncipe Aga Khan, porque implica muito – implica uma transição, implica uma formação, formação cá dentro e lá fora – e é muito significativo que esteja a ocorrer no SNS, portanto, em unidades públicas que estão dedicadas à saúde dos portugueses», afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.
Para saber mais, consulte:
Portal SNS > SNS | Robot cirúrgico

México | UNICEF E ISDI Accelerator Crean Una Nueva Aceleradora Para Proyectos Sociales De Latinoamérica


por Yesica Flores
● UNICEF Lab centra su búsqueda en proyectos para la infancia con foco en financiación, nuevo contenido, seguridad, data, optimización de procesos e innovación disruptiva
Los proyectos recibirán financiación, formación, asesoría de expertos, acceso a servicios de proveedores y podrían optar al desarrollo de un piloto

Madrid, 14 de noviembre de 2019.- La escuela de negocios ISDI, a través de su aceleradora ISDI Accelerator, y UNICEF Comité Español, presentan una nueva aceleradora de startups centrada en proyectos para la infancia en habla hispana. UNICEF Lab inicia hoy su andadura para encontrar y lanzar las cinco ideas más innovadoras con la infancia como protagonista.
La primera convocatoria del programa estará activa del 8 de noviembre de 2019 al 2 de enero de 2020 para startups de España y Latinoamérica y pondrá el foco en proyectos que desarrollen:
· Nuevas formas de financiación: para proyectos que trabajen en el desarrollo de nuevas fuentes de financiación y sostenibilidad de las causas sociales como microdonaciones, campañas de crowdfunding, redondeo solidario, ventas solidarias, criptomonedas, donaciones por RRSS, etc.
· Nuevo contenido: en este ámbito entran startups que fomenten la creación de contenidos y formatos adaptados a los diferentes públicos objetivos con tecnologías como realidad virtual o aumentada, tecnología por voz, contenido móvil, sensores, o contenido específico y personalizado.
· Confianza, datos y seguridad: para actividades que mejoran la trazabilidad y gestión de la información para ofrecer confianza, transparencia, obtener información ágil para la toma de decisiones y ofrecer una experiencia personalizada y segura; algunos ejemplos de esta área serían proyectos de Blockchain, Inteligencia artificial, Big data, Marketing automation, CRM, herramientas predictivas y de perfilado que mejoren el compromiso social, interactividad y efectividad de la comunicación a los distintos colaboradores.
· Optimización de procesos clave: creados para mejorar la eficiencia en las organizaciones no lucrativas.
· Innovación disruptiva: un espectro en el que entran el desarrollo de nuevos productos, servicios, herramientas, tecnologías y/o modelos de negocios de carácter disruptivo que puedan contribuir a la puesta en marcha, al apoyo y mejora de causas sociales.
Un jurado compuesto por expertos de UNICEF Comité Español e ISDI Accelerator elegirá entre todos los proyectos presentados a un máximo de 25 finalistas entre los que saldrán las cinco startups elegidas para seguir el programa de aceleración. Diseñado y gestionado por ISDI Accelerator, tendrá una duración de tres meses e incluirá entre otros beneficios:

● Financiación: directa en metálico de un máximo de 50.000€ en total, que se repartirán entre las startups con el siguiente desglose:
○ 5.000€ para cada una de las cinco startups seleccionadas;
○ un premio de 10.000€, dos de 5.000€ y otros dos de 2.500€, que se repartirán entre las 5 startups aceleradas en función de su desempeño en el programa.
● Asesoramiento en la búsqueda de financiación adicional con inversores privados.
● Formación tipo “bootcamp”: orientada a ayudar a las startups a ampliar sus conocimientos en las distintas áreas de negocio, con un formato práctico y ponentes de organizaciones líderes, incluyendo ISDI y UNICEF Comité Español.
● Mentores de negocio: sesiones individuales con mentores de alto nivel asignados a cada startup durante tres meses. Siguiendo una metodología personalizada y trabajando en necesidades reales para ayudar a sus proyectos a desarrollarse.
● Mentores especialistas: acceso a todos los mentores de ISDI Accelerator.
● Programa de “Perks”: acceso a servicios gratis o con un alto descuento como tecnología, marketing, legal y talento, entre otros, proveídos por reconocidas empresas como Amazon, Braintree, Marketo, Sendgrid, etc., gracias a los acuerdos desarrollados por ISDI Accelerator para todas las startups de su ecosistema.
● Demo Day: al final del programa de aceleración, las startups presentarán su proyecto en un evento de cierre en el que participarán diversos expertos tanto de UNICEF e ISDI como inversores privados y ejecutivos de grandes corporaciones.

Fuera del programa previsto y en función del momento de desarrollo en el que se encuentren los proyectos, se valorará el apoyo para la creación de pilotos o pruebas.
Una colaboración fructífera
La creación de UNICEF Lab es fruto de una colaboración que ya tiene una larga trayectoria detrás y que se ha desarrollado entre UNICEF e ISDI a través tanto de la escuela como de la fundación ISDIdigital Foundation. UNICEF es la agencia de las Naciones Unidas que trabaja para defender los derechos de la infancia y conseguir cambios reales y duraderos en la vida de millones de niños. UNICEF Lab es una iniciativa de la agencia para aprovechar las nuevas tecnologías para cumplir su misión y cuyo principal objetivo es encontrar soluciones innovadoras a los desafíos que enfrenta la infancia.
ISDI ha sido uno de los colaboradores estratégicos en esta etapa en la que ha diseñado y puesto en marcha iniciativas para fomentar la innovación interna en UNICEF, incluyendo planes formativos, talleres y un programa de incubación de proyectos para generar intra-emprendimiento desarrollado por ISDI Accelerator. La creación de esta nueva aceleradora de impacto social es un paso más en esta colaboración en la que UNICEF ha seguido confiando en ISDI y en su aceleradora, una de las más premiadas y mejor posicionadas no solo en España sino también en Europa. Su último reconocimiento ha sido para el programa IMPACT Connected Car, elegido como mejor programa de aceleración del (Innosup-1-cluster-project-year) en la sexta edición de la European Cluster Conference, organizada por la Comisión Europea.

Justiça | Pedido para libertar mãe que abandonou bebé no lixo foi rejeitado

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O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou hoje o pedido de libertação imediata ('habeas corpus') da mulher que ficou em prisão preventiva por abandonar o filho recém-nascido num caixote do lixo em Lisboa, na passada semana.
A informação foi avançada à agência Lusa por fonte judicial.
Um grupo de advogados apresentou esta semana no STJ um pedido de libertação imediata ('habeas corpus') da jovem, por considerar a prisão preventiva “absolutamente ilegal”.
Varela de Matos, um dos advogados, disse nessa ocasião à Lusa que o grupo - uma dúzia de cidadãos, nomeadamente advogados, não juristas e magistrados jubilados - considera que o crime que a cidadã terá cometido “não é aquele que se refere com mais frequência (tentativa de homicídio), mas, sim, o de exposição ao abandono, que nem sequer admite prisão preventiva”.
A mãe, uma jovem sem-abrigo de 22 anos que abandonou o recém-nascido num caixote do lixo em Lisboa, foi detida pela Polícia Judiciária (PJ) e está em prisão preventiva, indiciada da prática de homicídio qualificado na forma tentada (tentativa de homicídio qualificado).
A juíza de instrução criminal fundamentou a aplicação da prisão preventiva à arguida com o facto de estar em causa um crime de homicídio qualificado na forma tentada.
O STJ refere que desta imputação, "genericamente, corresponde ao facto de a arguida, de forma premeditada, ocultando a gravidez e munindo-se de um saco de plástico para o efeito, ter depositado o seu filho acabado de nascer num caixote do lixo na via pública".
Após o parto, referem os juízes conselheiros, a arguida “colocou o bebé e o material biológico proveniente do parto no referido saco de plástico e depositou o mesmo num ecoponto amarelo”, acrescentando que o bebé “veio a ser encontrado por um transeunte, desnudo, gelado, com o cordão umbilical irregularmente cortado e coberto de sangue”.
Nesse sentido, os juízes conselheiros Nuno Gonçalves (relator), Pires da Graça (adjunto) e Santos Cabral (presidente da secção) entendem que “não se afigura que a prisão preventiva da arguida seja ilegal, devendo manter-se a mesma, porquanto se mostram inalterados os pressupostos que determinaram a sua aplicação”.
A decisão sublinha ainda que não é o ‘habeas corpus’ o “procedimento constitucional e legalmente previsto para discutir a qualificação jurídica efetuada na decisão judicial que impôs a prisão preventiva à arguida”, razão pela qual também indeferiu a petição de 'habeas corpus' por “falta de fundamento”.
Na decisão do STJ, de 36 páginas, constam as declarações e as explicações dadas pela jovem quando presente a primeiro interrogatório judicial, durante o qual disse que vivia desde junho numa tenda junto à estação de caminhos de ferro de Santa Apolónia, em Lisboa, juntamente com um companheiro.
A arguida afirmou que, por ter feito um teste num centro de apoio a sem-abrigo, na Mouraria, sabia que estava grávida desde pelo menos o sétimo mês de gestação, acrescentando que lhe perguntaram se queria abortar, tendo dito que não.
Além disso, referiu que encobriu a gravidez, que não sabia o dia em que o bebé iria nascer e que não pensou em pedir ajuda, admitindo que, após o parto, colocou a criança num saco de plástico e depositou-o num contentor ecoponto.
A jovem justificou esta atuação com o facto de estar desesperada, sem saber o que fazer ao bebé, pois não tinha condições porque estava na rua.
Disse ainda não saber quem é o pai da criança.
Segundo a Polícia Judiciária, a mãe do recém-nascido agiu sozinha e nunca revelou a gravidez a ninguém, vivendo numa situação “muito precária na via pública”.
Lusa