segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Lar da Felicidade assina contrato de empreitada para ampliação da ERPI

Foi assinado na passada quinta-feira, dia 23, o contrato da empreitada para ampliação do Estrutura Residencial para Idosos do Lar da Felicidade. A obra, adjudicada por 832.250€+IVA tem uma comparticipação municipal de 557.500€ e permitirá a criação de 21 novas camas.
Na mesma ocasião, foi assinado o acordo de colaboração com o Município de Pombal referente a um apoio de mais 20.000€ destinados a apoiar obras de reabilitação e melhoramento do serviço de apoio domiciliário e creche, com impacto nas condições de conforto, confeção de alimentos e eficiência energética. Esta intervenção é cofinanciada pelo Centro 2020, representando um investimento total de cerca de 91 mil euros.
O Município de Pombal tem vindo a apoiar as Instituições Particulares de Solidariedade Social na melhoria da resposta nas várias valências, sobretudo no que se refere à população sénior.
Estes apoios destinam-se a aquisição de equipamentos, como viaturas, e a realização de obras.
Destacam-se os apoios para aumento da lotação e capacidade de resposta das Estruturas Residenciais para Idosos, que desde 2016 ascendem já a um total de 137 novas camas, representando um aumento de 29% da capacidade instalada. O investimento municipal neste aumento da capacidade das IPSS representou, no período referido, mais de 2 milhões de euros.
Somam-se as mais de 400 camas existentes na rede privada.

Aluimentos de estradas como o da Maia e Alfena “podem repetir-se”, diz especialista

Aluimentos de pavimentos como o que aconteceu na Maia há uma semana ou em Alfena, Valongo, em 2016, "podem repetir-se" se os responsáveis "não despertarem rapidamente para o risco real de segurança existente nas estradas portuguesas", alerta especialista.
"Temos estradas espalhadas pelo país com passagens hidráulicas feitas em 'armco' [chapas metálicas usadas há cerca de 20/30 anos] e que podem começar a colapsar quando há chuvas, quando há estradas com mais tráfego. É urgente que todas as entidades despertem para o risco real de segurança que esta solução antiga representa", disse, à agência Lusa, o coordenador do Colégio de Engenharia Civil da Ordem dos Engenheiros - Região Norte, Bento Aires.
No domingo, dia 19 de janeiro, a antiga Estrada Nacional 13 (EN13), concelho da Maia, aluiu sem causar vítimas estando atualmente cortada ao trânsito nos dois sentidos, previsivelmente durante um mês para reparação, conforme indicou quarta-feira a câmara local.
Uma situação semelhante à que ocorreu em fevereiro de 2016 na própria autoestrada 41 (A41), em Alfena, concelho de Valongo, altura em que o piso também sofreu um abatimento que só ficou resolvido em maio seguinte.
Convidado a comentar estas situações, Bento Aires disse à Lusa que "Maia ou Alfena, ou o Norte do país, não são casos únicos", alertando que os aluimentos "podem repetir-se" porque, explicou, "em Portugal foi frequente há 20/30 anos fazer tubagens de passagens hidráulicas em 'armco', uma solução que está a chegar ao fim da sua vida útil".
"Na prática são chapas que estão a sofrer fenómenos de corrosão, que estão danificadas. O próprio solo, quando a chapa começa a ficar comprometida, começa a ceder, o que leva ao colapso", disse o especialista.
Bento Aires, engenheiro civil e especialista em reabilitação urbana, notou que os aluimentos na Maia e em Alfena "não são normais", mas "existe risco de que comecem a ser mais frequentes".
De acordo com o especialista, "uma infraestrutura rodoviária tem vários componentes que vão muito para lá do que o comum dos utilizadores utiliza, que é o piso por onde as viaturas passam", sendo que, para que a estrada tenha segurança, "são necessários taludes, muros de suporte, passagens hidráulicas, passagens inferiores", entre outros elementos.
"Mas estas chapas metálicas [o 'armco'] não são uma solução estrutural para casos de condutas [de água]. No fundo, funcionam como uma cofragem de forma a que a própria terra, que tem de ser compactada, é que dá a forma e a resistência. Naquela altura, a solução foi dada como boa. Era económica, era eficiente e de fácil aplicação, mas, ao fim de 20/30 anos notamos que se está a transformar-se num risco de segurança", referiu.
De acordo com o especialista, "poderá revelar-se desnecessário intervir em todas as estradas" que foram feitas com esse tipo de material, mas é "absolutamente fundamental inspecionar e controlar", cabendo "às câmaras municipais, à Infraestruturas de Portugal e às concessionárias efetuar inspeções regulares".
"Estas infraestruturas têm de estar cadastradas, identificadas e localizadas e devem ser feitas inspeções. Uma frequência anual [para inspeções] parece-me razoável ou, se não existirem sinais de alarme, poderá ser uma frequência mais alargada, mas tem de existir fiscalização", frisou, à Lusa, Bento Aires.
Questionado sobre se tem conhecimento de que essas inspeções são frequentes em Portugal, o coordenador do Colégio de Engenharia Civil da Ordem dos Engenheiros - Região Norte foi direto: "Se temos casos de risco e problemas, é porque não estão a ser feitas. Ou se estão a ser feitas, não estão a ser tomadas as medidas reativas para evitar que os aluimentos aconteçam", sublinhou.
Bento Aires explicou, ainda, que, caso se identifique - por meio de inspeção visual e/ou robotizada - que uma conduta está a começar a ficar obstruída, existe "a solução mais radical que envolve o corte da via para manutenção, bem como soluções tecnológicas que permitem uma reparação sem abertura de vala".
"O colapso de uma destas infraestruturas não compromete só o normal risco da linha de água, mas é uma falha de segurança grave na via, porque é um abatimento e, se for a circular alguma viatura em cima, a viatura acompanha a cedência do pavimento. Abatimentos destes vão continuar a existir", concluiu o especialista.
Na quarta-feira, em comunicado, a câmara da Maia, distrito do Porto, garantiu que ia optar por uma solução "resistente e duradoura", prevendo que esta passasse por canalizar a linha de água por uma conduta de betão armado reforçado com cerca de dois metros de diâmetro.
No mesmo dia, a autarquia fechou a antiga EN13 ao trânsito, desviando-o no sentido norte/sul pela rua da Ponte de Moreira até à Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da Ponte de Moreira, enquanto no sentido sul/norte os condutores têm a A41 como alternativa.
Lusa

Detido em flagrante profissional de saúde em caso de fraude ao SNS

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Um profissional de saúde foi detido em flagrante pela Polícia Judiciária no âmbito de um inquérito relacionado com o combate à fraude no Serviço Nacional de Saúde (SNS) que já tem 10 arguidos, revelou a PJ.

Segundo a PJ, foram realizadas nove buscas domiciliárias e duas a clínicas privadas para confirmar “a eventual prática dos crimes de burla qualificada, falsificação de documento e de atestado falso”.

A operação, da responsabilidade da Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da PJ, contou com a colaboração do Ministério da Saúde.

O inquérito em causa corre termos no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) e está relacionado com o combate à fraude no SNS, nomeadamente, emissão de atestados médicos falsos e prescrição de receituário comparticipado a 100% para aquisição de hormonas de crescimento.

Além da detenção do profissional de saúde em flagrante delito, a PJ apreendeu diverso material relacionado com a prática da atividade criminosa, nomeadamente medicamentos que tinham sido comparticipados de forma fraudulenta.

“A investigação prossegue no sentido de determinar, com rigor, todas as condutas criminosas e o seu alcance, bem como apurar o total do prejuízo causado ao Estado Português”, escreve a PJ, acrescentando que nesta ação contou igualmente com a colaboração do Infarmed.

Lusa

Candidatos a “REIS DO CARNAVAL DAS CALDAS”: inscrições terminam a 31 de Janeiro

Recordamos que a inscrição para o casting dos “Reis do Carnaval das Caldas” pode ser feita até à próxima Sexta-feira, 31 de Janeiro.
Os candidatos devem ter atitude, alegria contagiante e muita energia para “vestir” de corpo e alma as típicas figuras bordalianas do Zé Povinho e Maria Paciência!
  

AS INSCRIÇÕES PARA O CASTING ESTÃO ABERTAS ATÉ 31 DE JANEIRO.

INSCRIÇÕES NO CENTRO DE PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO DE PRODUTOS REGIONAIS NA RUA CAPITÃO FILIPE DE SOUSA Nº2 CALDAS DA RAINHA

CONTACTOS:| eventos.cmcr@gmail.com |262 839 724
Prémio é um voucher [da agência de Viagens Top Atlântico] no valor de 250€

» O casting irá decorrer no dia 8 DE FEVEREIRO.

Este é o quarto ano que a Autarquia organiza um casting para encontrar quem será investido para a real e muito divertida responsabilidade de protagonizar aquelas personagens que  serão presença nos vários eventos e desfiles que integram o programa.

Caldas tem um dos mais característicos carnavais portugueses, muito influenciado pelo universo das figuras de Bordalo Pinheiro, e propõe seis dias de desfiles e bailes, numa organização que envolve Autarquia, Juntas, Colectividades e Associações do Concelho.
Trapalhão e satírico é pautado por uma vincada crítica social e política que não poupa ninguém e que dá o mote à decoração dos carros alegóricos e fantasias dos grupos que compõem o corso.

Mais de 1200 figurantes, quatro grupos musicais, um grupo de dança e 20 carros alegóricos vão participar nos principais desfiles.

Programa:
Quinta-feira – 20 de Fevereiro – 14H30
Corso Sénior na Expoeste

Sexta-feira - 21 de Fevereiro – 10H00
Corso Infantil na Av. 1º de Maio

Sábado - 22 de Fevereiro – 21H30
Corso Nocturno das Associações na Av. 1º de Maio
23H00 - Baile do Casino Céu de Vidro - Parque D. Carlos I

Domingo - 23 de Fevereiro- 15H00
Corso das Associações na Av. 1º de Maio

Segunda-feira - 24 de Fevereiro – 23H00
Baile do Casino no Céu de Vidro - Parque D. Carlos I

Terça-feira- 25 de Fevereiro – 15H00
Corso das Associações na Av. 1º de Maio

Célia Marques

Universidade de Coimbra | Inovação Social: como medir o impacto e o valor do sorriso de uma criança?


Uma equipa multidisciplinar de investigadores do Observatório de Cidadania e Intervenção Social da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC), e do i9 Social – Centro de Inovação Social, está a desenvolver uma ferramenta inovadora de medição de benefícios dos projetos sociais, baseada na Teoria da Mudança.

Nesse sentido, a equipa está no terreno a acompanhar em contexto real seis projetos de inovação social de áreas distintas, desde saúde e inclusão até proteção social e combate ao abandono escolar, no distrito de Coimbra.

Este trabalho no terreno permite «recolher indicadores para construir os instrumentos adequados de medição. Este é um dos aspetos distintivos do projeto, pois vamos desenvolver uma metodologia não a partir de manuais científicos e teoria, mas sim a partir da informação que nos é fornecida por todas as partes interessadas (beneficiários diretos dos projetos e stakeholders)», afirmam Clara Cruz Santos, coordenadora da equipa da FPCEUC, e Filipe Cardoso, do i9 Social.

Pretende-se desenvolver uma solução capaz de medir objetivamente, com base nas melhores práticas, o valor social e o valor económico de projetos de inovação social, por forma a responder de forma sustentável a problemas sociais complexos e modificar o tecido social local.

No entanto, segundo os responsáveis, é uma tarefa de grande complexidade, «pois o terceiro setor é uma atividade cujo custo-benefício é difícil de quantificar, isto é, atribuir um montante financeiro que corresponda em termos de valor ou impacto social gerado, mas que produz mudanças na vida das pessoas. Por isso, a metodologia tem de basear-se numa avaliação abrangente, captando todas as transformações originadas no âmbito de cada projeto social».

Com a ferramenta inovadora que a equipa está a desenvolver, num futuro próximo – o projeto deverá estar concluído dentro de um ano - «será possível identificar quais são os benefícios tangíveis e intangíveis, ou seja, quantificar economicamente os tangíveis, mas identificar também os intangíveis, porque nem todos os benefícios são possíveis de quantificar do ponto de vista económico. Por exemplo, quanto vale o sorriso de uma criança?», ilustram Clara Cruz Santos e Filipe Cardoso.

O trabalho que os investigadores estão a realizar no terreno, em seis projetos com níveis diferentes de maturidade, implica reuniões com responsáveis dos projetos, análise de diagnóstico, entrevistas aos parceiros dos projetos, questionários, grupos focais, entrevistas com os beneficiários, entre outras ações.

O projeto prevê ainda a criação de um Observatório para o Impacto Social, onde será disponibilizada informação e mapeamento de Avaliação de Impacto em projetos no âmbito da inovação social.

O i9 Social é financiado pelo programa Portugal Inovação Social e pela Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC). Para além da equipa da FPCEUC, são parceiros o IES - Social Business School, o Instituto Pedro Nunes (IPN) e a Skillent, empresa especializada em soluções para problemas sociais.

Cristina Pinto

Leiria | Serviços de atendimento da Câmara abrem na Loja do Cidadão e em 11 freguesias

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A partir de dia 3 de fevereiro, o Balcão Único de Atendimento (BUA) da Câmara Municipal de Leiria passa a estar disponível na Loja do Cidadão, a funcionar no antigo Paço Episcopal, e em 11 freguesias do concelho. 

Amor, Bajouca, Bidoeira de Cima, Coimbrão, Colmeias e Memória, Maceira, Milagres, Monte Redondo e Carreira, Santa Catarina da Serra e Chainça; Santa Eufémia e Boa Vista; Souto da Carpalhosa e Ortigosa, são as freguesias que, através de um contrato interadministrativo com o Município de Leiria, vão poder disponibilizar aos seus munícipes diversos serviços que, até à data, apenas estavam disponíveis no edifício sede da Câmara Municipal. O horário de atendimento é o horário praticado pela respetiva Junta. 

Assuntos como Comunicação de queimas e queimadas; Pedido de consulta de processos até 2006, que estejam terminados e sob a responsabilidade do Arquivo Municipal; Pedido de verificação e controlo metrológico, bem como solicitações para utilizar os espaços do Centro Associativo Municipal, apresentadas por entidades não beneficiárias, são alguns dos pedidos que podem ser efetuados nas freguesias. 

Na Loja do Cidadão de Leiria, o BUA vai funcionar, numa fase inicial, com quatro postos de atendimento, prevendo-se a possibilidade de alargar este número, caso a afluência de público o justifique. 

Os serviços prestados abrangem uma vasta variedade dos serviços atualmente disponíveis no BUA, quer a nível de urbanismo ou atendimento geral (em anexo), no entanto, Ação Social, é um dos serviços cujo atendimento continuará a ter lugar na Câmara Municipal. 

A descentralização do BUA da Câmara Municipal de Leiria enquadra-se nas exigências das sociedades mais desenvolvidas, em que a administração pública, numa estratégia de aproximação e desburocratização vai ao encontro dos cidadãos.

Câmara Municipal de Águeda cria Bolsa de Promotores


Medida pretende apoiar o funcionamento das atividades desportivas e turísticas do concelho
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A Câmara Municipal de Águeda, à semelhança do que há havia feito com a Bolsa de Assistentes Culturais, desenvolveu uma Bolsa de Promotores (BP), destinada aos jovens e seniores do concelho, com o objetivo de apoiar o funcionamento das atividades desportivas e turísticas realizadas no Município. 

Trata-se de uma medida que dá cumprimento a uma das missões institucionais da Autarquia, nomeadamente no que se refere à cooperação com a sociedade envolvente e ao apoio de atividades de natureza social, desportiva e turística, pretendendo fomentar o interesse pelo turismo e desporto e também promover atividades ocupacionais e envolvimento dos cidadãos nos projetos da Câmara de Águeda. 

Esta BP está regulamentada pela 10.ª alteração ao Código Regulamentar do Município de Águeda, publicado em Diário da República no dia 7 de janeiro de 2020, onde é descrito que esta bolsa tem por objetivo criar um grupo de colaboradores que participem voluntariamente nas atividades promovidas pela Câmara Municipal de Águeda e com intervenção junto da sociedade local. 

Com a criação desta BP, a Autarquia pretende: 

a) Promover uma aprendizagem pessoal e coletiva de caráter não formal, permitindo a auto-realização das pessoas intervenientes no programa; 

b) Estabelecer dinâmicas abrangentes de cooperação e desenvolvimento comunitário no concelho ao nível turístico e desportivo; 

c) Incentivar a integração e participação ativa de jovens e seniores reforçando a sua importância na sociedade; 

d) Valorizar e fomentar nos jovens e seniores o espírito de entreajuda, visando uma sociedade mais altruísta e solidária; 

e) Sedimentar as ligações afetivas dos elementos ao concelho através do desenvolvimento do sentido de pertença. 

Esta medida destina-se a jovens entre os 16 e os 30 anos (inclusive) e seniores com mais de 55 anos, pretendendo-se que estes desempenhem funções de organização e promoção de eventos área turística e na área desportiva. 

Segundo o regulamentado, a Autarquia comparticipa com ajudas de custo aos seus membros, no valor de 3,5 euros por hora, até um máximo de 100 horas por mês para cada membro. 

A inscrição na Bolsa de Promotores deverá ser efetuada junto do serviço de turismo ou desporto, através do preenchimento e envio da ficha de inscrição e declaração de honra para o e-mail dv-as@cm-agueda.pt ou associativismo@cm-agueda.pt, respetivamente. A seleção dos vários interessados para as cada área de atividade (turísticas ou desportivas) será feita com base no perfil do candidato e de acordo com as necessidades da Autarquia. 

Para mais informações, o regulamento pode ser consultado em https://www.cm-agueda.pt/cmagueda/uploads/document/file/3494/crma.pdf.