quinta-feira, 31 de março de 2016

8 coisas sinistras que os nazistas fizeram com os presos dos campos de concentração

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Posted: 30 Mar 2016 11:00 AM PDT
As atrocidades cometidas pelos nazistas são bem conhecidas. Mas se você pensa que já ouviu todos os absurdos cometidos contra judeus e outras minorias naquela época, é com tristeza que venho te avisar que você está provavelmente errado
 
Posted: 30 Mar 2016 10:00 AM PDT
Cada dia nos aproximamos mais de um futuro totalmente integrado à inteligência artificial - e esse computador japonês romancista é o próximo passo
 
Posted: 30 Mar 2016 09:00 AM PDT
Estúdio australiano produziu belíssimo vídeo que mostra a "vida secreta" dos corais; as imagens são uma festa para os olhos
 
Posted: 30 Mar 2016 08:00 AM PDT
Dispositivo que ainda está em fase de financiamento usa novo tipo de resina para criar objetos com a ajuda da luz da tela do celular
 
Posted: 30 Mar 2016 07:00 AM PDT
Treze baleias morreram encalhadas na Alemanha e os exames após a morte descobriram algo em seus estômagos que definitivamente não deveria estar lá
 
Posted: 30 Mar 2016 06:00 AM PDT
O documento, inclui descrições de experiências realizadas por Newton e uma receita para "mercúrio filosófico”, que na época pensava-se ser um ingrediente-chave na criação da mítica “pedra filosofal”
 
Posted: 30 Mar 2016 05:00 AM PDT
As crateras de subsidência são formadas por uma explosão nuclear subterrânea. A terra entra em colapso porque nada está a apoiando mais e, em seguida, nasce um orifício gigante
 

360º -- As exigências do PSD a Passos (porque amanhã começa o Congresso)

360º

Por Filomena Martins, Diretora Adjunta
Bom dia!
Enquanto dormia
O congresso do PSD começa amanhã em Espinho. 26 moções temáticas estarão em cima da mesa e são muitos os temas inesperados nas propostas dos militantes. Mas há também, em comum, uma exigência bem séria a Passos: as autárquicas de outubro de 2017 são para ganhar.

Paulo Rangel, em entrevista ao Público, também não poupa a liderança social-democrata do ex-primeiro-ministro: "Uma oposição mais agressiva já devia estar em marcha desde as presidenciais", diz ele.

Foi notícia do final da tarde. As Finanças anunciaram que o site do IRS, para quem entrega a declaração de impostos online, não suportava todos os "browsers" da internet, entre eles o Chrome, usado quase pela maioria dos portugueses. Mas há outras soluções. Ainda no IRS, hoje termina o prazopara reclamar despesas.

Hoje é inaugurada a nova cidade do futebol, a nova casa das seleções, o local onde Portugal vai preparar o Europeu de França. Antes da cerimónia oficial desta tarde, com Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa, fizemos uma visita. Fique a conhecer o novo quartel-general da FPF: tem três campos e meio, 2 ginásios, 11 balneários, 410 detetores de incêndio e 11 mil árvores. Cumpriu custos e prazos, mas há quem critique, diz a TSF
Outras notícias do futebol. No FC Porto, o CM (para assinantes) e o JN falam das comissões, pelas transferências de jogadores e outros negócios, pagas ao filho do presidente, Alexandre Pinto da Costa, que é empresário (as revelações são do site Football Leaks). No SportingBruno de Carvalho proibiu os empregados de usar encarnado, a cor do adversário Benfica. Mas será isso legal, questionou o DN (ainda sem link)?


Informação relevante
Há solução para os lesados do BES. Ou melhor, vai haver até maio. O memorando foi assinado, com pompa e circunstância, em S. Bento (pelo Governo, Banco de Portugal, CMVM, BES e lesados do mesmo) e prevê a solução que o governador do BdP sempre defendeu: o dinheiro sairá do BES mau e não do Novo Banco. Não se percebe percebe (ou percebe?) por isso o ar pesaroso de Carlos Costa no evento.

 
Do BES para o Novo Banco: António Costa admitiu a nacionalização. Foi o ponto mais forte do debate quinzenal: à insistência do PCP, o primeiro-ministro considerou o tema como “delicado”, mas disse que “ninguém pode fechar portas” a tal solução. O resumo da discussão política foi feito aqui.

O Novo Banco é também um dos elementos da "tempestade perfeita" que, segundo Luís Amado, levou à resolução do Banif. O ex-presidente não executivo do banco insular quebrou ontem o seu silêncio sobre o tema na Comissão de Inquérito. Hoje será a vez de António Varela, o ex-responsável pela supervisão do Banco de Portugal que se demitiu há um mês (acompanharemos em direto, como habitual).

Noutra temática, o Banco de Portugal cortou as previsões de crescimento económico para este ano e para o próximo. A economia deverá crescer agora 1,5% em 2016, o mesmo que no ano passado, quando a previsão anterior do BdP era de 1,7% e a do Governo é de 1,8%. 
Ao contrário dos últimos quatro anos, o preço dos manuais escolares não vai aumentar no próximo ano letivo. Também já a partir do ano 2016/2017 os alunos do 1.º ano vão ter manuais gratuitos. O anúncio do governo tem contudooposição (sem surpresa) da indústria livreira.
A acusação do caso Sócrates só deve estar pronta a 15 de setembro. A confirmação da data foi feita ontem pela Procuradoria-Geral da República, que mesmo assim deixou tudo em aberto: os prazos podem resvalar. Os advogados do ex-primeiro-ministro dizem ser "ilegal" e "ridículo".

Será que é desta que Espanha vai ter governo? Ontem o Podemos, em crise interna, deu um passo nesse sentido: numa reunião com o PSOE em que todos os timings, movimentos e poses foram ensaiados ao pormenor (conta o El Mundo), Iglesias disse a Sánchez que até abdicava de ser vice-Presidente para que ambos chegassem a um acordo governativo. Mas o socialista não abdica do Ciudadanos. E Rivera prefere eleições a que o Podemos possa governar. Rajoy, esse, espera.


Os nossos Especiais
Esta semana um egípcio desviou um avião para falar com a ex-mulher. Em 1980, um jovem português de 16 anos fez o mesmo porque queria fugir de casaA história insólita do nosso "piratinha do ar", recordada pela Elsa Araújo Rodrigues.

Nos últimos seis anos, 2549 agentes da PSP foram feridos em serviço. 32 tiveram que ser internados, entre eles os três baleados no tiroteio do bairro lisboeta da Ameixoeira, na terça-feira à noite. Só a sorte os salvou da morte. Os casos marcantes destes políciase como lhes sobreviveram, contados pela Sónia Simões.

No Brasil, o protagonista do momento é o PMDB (a par de Dilma e Lula). Mas qual é a importância deste partido, que parece dar cartas no jogo político brasileiro? O que significa a sua retirada de apoio ao governo que deixou a presidente mais frágil a uma impugnação? O Milton Cappelletti explica tudo em cinco infografias (mais uma). Até porque o pedido de impeachment de Dilma continua em discussão: "Sobram crimes", disse uma das promotoras da solução.
Notícias surpreendentes

Já alguma vez tinha reparado no tom azul-aço dos olhos de Hitler? É provável que não, porque só agora as novas técnicas permitiram dar cor às grandes fotos da História. Espreite estas 63, e olhe para o passado com outros tons.

Outro tipo de fotos, aquelas em que uma mulher pode ficar sempre bem (ou pelo menos melhor). Basta seguir estas dicas: são 20 poses ilustradas para imagens mais elegantes, naturais, informais e sexy.

Por falar em mulheres sexy, Jennifer Lopez a dobrar. A cantora permitiu que um humorista mandasse uma mensagem (algo intimista) do seu telemóvel para o ator Leonardo DiCaprio e a brincadeira foi hilariante. Talvez menos bem humorada, mas seguramente mais vantajosa financeiramente, foi a sua atuação privada, com Sting e Enrique Iglesias, num casamento luxuoso na Rússia. E o cachet nem deve ter sido problema: a cerimónia custou mil milhões de dólares.

Hoje é quinta e há estreias nas salas de cinema. O Eurico de Barros foi ver uma bela alternativa aos contos de fadas de Hollywood: "O Conto dos Contos", de Matteo Garrone, que filma três contos tradicionais napolitanos. E deu-lhe três sólidas estrelas. Se preferir, tem ainda estas quatro outras sugestões.

No Observador temos boas sugestões e boa informação. Passe por cá para se manter a par de toda a atualidade. Tudo faremos para que não se sinta defraudado.
 

Um bom dia, feliz e produtivo!
 
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Macroscópio – O que está a acontecer à liberdade?

Macroscópio

Por José Manuel Fernandes, Publisher
Boa noite!


Tu até podes começar a imaginar a tua cela, como é a comida da prisão, como serão os outros presidiários… Podes fazer isso tudo, mas, no final de contas, não há muita maneira de uma pessoa se preparar para ir para a prisão. A gente tem de ser pragmática em relação ao regime que temos e mentalizar-nos de que vamos voltar para um buraco. Não vou dar aqui uma de herói, mas eu pelo menos estou a mentalizar-me para a ideia de que vou preso. Tenho de me habituar a isso.”

A frase é de Luaty Beirão e foi proferida durante uma entrevista telefónica com João Almeida Dias, do Observador. Nessa altura ainda não era conhecida a sentença do tribunal de Luanda que condenou 17 activistas a pesadas penas de prisão, mas a suspeita de que não se poderia esperar justiça levou a que dela extraíssemos o título do especial: “Estou a mentalizar-me que vou voltar para um buraco”. E voltou mesmo, pois os réusseguiram logo para quatro cadeias diferentes da capital angolana.

A reacção oficial de Portugal foi, como se esperava, moderada e quase inócua – formalizou-a o ministro dos Negócios Estrangeiros (“Confiamos que a tramitação do processo, nos termos previstos na legislação angolana, obedeça aos princípios fundadores do Estado de Direito, incluindo o direito de oposição por meios pacíficos às autoridades constituídas”), depois secundado pelo Presidente da República e pelo primeiro-ministro. Mais veementes foram alguns protestos que saíram para a rua, assim como a generalidade dos comentários na imprensa. Destes destaco uma passagem do texto de Pedro Santos Guerreiro no Expresso:
ão usavam armas, nem tinham milícia, não houve violência, não conspiraram com grandes potências, não roubaram nem roubariam, não mataram nem matariam, não eram terroristas nem bombistas nem letais anarquistas nem raptores nem corruptores nem violadores. Eram ativistas. Eram idealistas. Contra o regime angolano, contra a pobreza dominante entre uma riqueza chocante, contra a voz não ter vez, contra não haver contra. Eram a chispa. Eram. Agora são condenados. Prisão. São 17, culpados por um tribunal por coautoria de atos preparatórios para uma rebelião e atentado contra o Presidente da República, por falsificação de documentos e associação criminosa. Sim, é verdade, é um atentado. À liberdade. Só um regime covarde assim enjaula. 

Ao mesmo tempo que, num tribunal de Luanda, o regime tratava de sufocar qualquer hipótese de dissidência, numa morgue da mesma Luanda viviam-se cenas de puro desespero.Rafael Marques esteve lá e relatou-as no MakaAngola, num texto indispensável que o Observador também publicou. Um texto duro por ser tão verdadeiro e tão sentido. Senão reparem: “Vou até às câmaras frigoríficas, ver para crer. Não pergunto nomes, nem causas. Quero apenas vê-los, ouvir, anotar a realidade, estar ali presente. Conto mais de 20 corpos espalhados, a serem lavados ao ar livre pelos familiares, vestidos, aprumados para o adeus final aos entes queridos. No chão, as águas não escorrem. Misturam-se com sangue, com os plásticos abandonados, luvas, máscaras, panos, roupas retiradas dos mortos. Há uma fossa entupida, com águas putrefactas, no mesmo local. “Isso é país! Isso é país! Isso é país!”, vocifera um familiar.”

Esse país é Angola, e lá sabemos que nunca houve liberdade. Liberdade como a concebemos nos nossos regimes abertos e plurais. Ou será que ainda a concebemos. Na verdade, nos últimos tempos, por medo do terrorismo, por medo de ofender os terroristas, por medo de violar as convenções dos polícias do pensamento, ou mesmo por acção deliberada das autoridades, a verdade é que temos vindo a assistir a uma limitação das liberdades, nomeadamente da liberdade de expressão.

Europe’s Free-Speech Apocalypse Is Already Here considerava Suzanne Nossel, directora executiva do Pen American Center, na Foreign Policy. O seu foco neste artigo era o de que “Fears of terrorism and refugees are turning countries like Germany, France, and Spain into surveillance states.” A sua preocupação não era apenas a multiplicação dos sistema de vigilância, era sobretudo as limitações que têm vindo a ser impostas à liberdade de expressão, citando múltiplos exemplos vindos dos quatro cantos da Europa: “That the European impulse to target speech in a moment of crisis may be understandable doesn’t make it any less excusable. With respect to the measures in question — expanded surveillance, curtailment of online hate speech, prosecutions for alleged incitement — there is virtually no evidence to suggest a correlation between banning speech and reducing violence, bettering the treatment of refugees, or any other purported policy goal. Even if you believe that hate speech is part of a causal chain that leads to the commission of hate crimes, there is no evidence that suppressing or punishing such speech dampens the impulse to violence. Instead, these tactics (and their rationale) increasingly reflect a creeping tolerance for authoritarianism.”

Perceber que defender o direito a um “discurso de ódio” é legítimo, ou que blafesmar também o é, ou mesmo ofender, implica uma abertura que mesmo alguns dos que trazem sempre a palavra liberdade na boca não mostram ter. Quem o defende é Maria João Marques hoje no Observador, que reflecte sobre casos bastante diferentes e que vão da intenção do Podemos espanhol de proibir as procissões na semana santa para não ofender os muçulmanos às desventuras de um tuiteiro britânico, passando por um caso que envolve o nosso Bloco de Esquerda emUma manobra de Heimlich para a liberdade de expressão. E nota como nem sempre se actua com equidade, nomeadamente no caso da queixa que um organismo público fez ao DIAP do Porto por Pedro Arroja ter chamado ‘esganiçadas’ às políticas do BE, concluindo que “os opositores políticos do Bloco podem ser insultados, mas, se as meninas frágeis do BE são gozadas, há que usar meios governamentais e judiciais para punir quem teve a ousadia.”

Mas se estes temas animam a discussão sobre os limites da liberdade de expressão, e ainda há quem vá protestando, a verdade é que ao mesmo tempo vamos cedendo espaço ao Estado no que respeita ao controle das nossas vidas. Foi um tema para que chamou a atenção João Pires da Cruz emMinority Report, E.P., também editado no Observador, um texto onde se referia a forma como, através do sistema e-factura, os portugueses estejam a permitir que o Estado fique a saber tudo, ou quase, sobre a forma como vivem e o que consomem: “É chocante a forma mansa como nós, portugueses, estamos a aceitar isto e chocante a forma como o Estado português montou este esquema com concursos de automóveis ou certificados de aforro e, agora, com o acesso às deduções fiscais ser condicionada pela centralização dos padrões de consumo. Não me dás os teus padrões de consumo, pagas! Se isto fosse feito por uma entidade privada, não faltaria sermão e missa cantada pelos deputados mais moralistas. Mas foi feito pelo Estado português, aquela entidade a quem tudo se perdoa. Dos 230 deputados a quem pagamos para defender os nossos interesses, e que montam comissões parlamentares por tudo mais uma bota, não viram nenhum problema nisto. Será muito pedir a um deles que abra os olhos uma vez na vida? Vale tudo para recolher mais uns euros em impostos?”

Noutras paragens não há a mesma brandura, pelo que foi especialmente interessante seguir a disputa entre o FBI e a Apple a propósito de permitir ou não o acesso aos dados encriptados do iPhone de um terrorista. É certo que o FBI lá logrou os seus objectivos, mas sem a colaboração da Apple, que tomou uma atitude que foi aplaudida por especialistas da sociedade digital, como Evgeny Morozov, que no Financial Times escreveu Apple is right. Our smartphones must be kept secure. Faz a defesa deste argumento colocando, por exemplo, interessantes perguntas retóricas: “If Apple can be forced to modify security protocols on its phone, what stops the FBI from asking the manufacturer of the smart smoke detector to trigger a fake smoke alarm? Or asking the manufacturer of the smart car to drive suspects directly to the police station?”

Como vêem, entre um caso que não suscita quaisquer dúvidas, como é o dos activistas angolanos, e casos onde por vezes temos real dificuldade em balancear os valores conflituantes em disputa – mais liberdade ou mais segurança, por exemplo – há muitas frentes onde uma liberdade que dávamos por adquirida parece estar a recuar. Sendo que por vezes isso acontece onde não se esperaria – na Europa – e seguindo caminhos que lembram outros tempos (das décadas negras do século XX) ou outros mundos (de é um bom exemplo o mundo de Putin). O caso que tem dado mais discussão nos últimos meses é o da Polónia. Sobre ele deixo-vos dois textos, um mais jornalístico, outro mais opinativo, com versões contrastantes do que se está a passar:
  • A Polish Putin: Autocratic Power Grab Accelerates in Warsaw é uma reportagem da Spiegel onde se relata que “Poland's national-conservative government was quick to sideline the country's high court. Now, Jaroslaw Kaczynski and his party have their sights set on complete control of the state.” Concretizando: “Experts like the Warsaw-based legal expert Rafal Stankiewicz (…) says that in Poland, two "completely independent legal spheres have developed." He defines the "old" sphere as the one based on laws that have been approved by the Constitutional Tribunal, and a new one based on the laws pushed through by the national-conservative parliamentary majority. "I see an erosion of the rule of law in Poland," Stankiewicz says.”
  • A Fascist Coup In Poland? Give Us Poles A Break, um artigo de Agnieszka Kolakowska na Standpoint onde se defende a perspectiva contrária, sustentando a autora que as acusações agora feitas ao partido no poder deviam ter sido feitas a quem o antecedeu: “The country was in effect governed by a clique which for the past eight years held the media, the judiciary and the arts in its grasp. The media and the judiciary were independent only in name, something a party calling itself Law and Justice must try to remedy. The aim is to clean up corruption and restore some balance. (…) And they are doing no more, indeed considerably less, than the previous government — a government whose salient feature was its spectacular corruption — did when it came to power eight years ago.

Terras diferentes, uma questão comum: o que é que está a acontecer à liberdade, à nossa liberdade? O Macroscópio não deixará de regressar a estes debates, mas por hoje é tempo de nos despedirmos. Até amanhã, com votos de bom descanso.

 
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quarta-feira, 30 de março de 2016

Dadores de sangue vão ficar isentos de taxas moderadoras

NUNO PINTO FERNANDES/GLOBAL IMAGENS
Isenção total vai abranger 126 mil dadores de sangue e foi hoje anunciada pelo ministro da Saúde.

Os dadores de sangue vão passar a ficar totalmente isentos do pagamento de taxas moderadoras no SNS, nomeadamente quando se dirigirem aos hospitais. Atualmente, têm uma isenção parcial que abrange apenas os cuidados de saúde primários. Ao todo, serão abrangidos 126 619 utentes, de acordo com dados de novembro facultados pelo Ministério da Saúde.

A medida foi hoje anunciada pelo ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, durante a vista que fez ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, onde visitou o serviço de cirurgia cardiotorácica e inaugurou as novas salas de hemodinâmica e pacing.

Os dadores de sangue perderam o direito à isenção total há alguns anos, no âmbito de uma alteração que ficou a cargo do ministro Paulo Macedo. Apesar de haver um maior número de utentes isentos, muitos passaram apenas a sê-lo em parte, seja no âmbito de cuidados associados apenas à sua doença crónica, ou quando se dirigiam aos cuidados primários.

A isenção total implica o não pagamento de qualquer taxa, seja em exames, consultas ou urgências.

Recentemente foi anunciada pelo Ministério a redução de taxas moderadoras de forma global, bem como a ausência de pagamento de taxa para quem é enviado pela Linha de Saúde 24 ou pelos centros de saúde para a urgência.

Quando a verdade se impõe... sobre a isenção das taxas moderadoras nos hospitais púbicos

Caros Amigos Dadores de Sangue








As fotos acima inseridas mostram os elementos que integraram a representação de dadores de sangue que estiveram na Assembleia da Republica onde foram ouvidos na Comissão Parlamentar de Saúde sobre os temas Estatuto do Dador e Taxas Moderadoras. Estas fotos são elucidativas.

Os locais são conhecidos e reais.

CANTANHEDE: Os Verdes questionam o Governo sobre o Rovisco Pais


by Mira Online
Os Verdes questionam o Governo sobre Precariedade laboral no Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro - Rovisco Pais
 O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através doMinistério da Saúde, sobre a precariedade laboral em que se encontracerca de metade do número total de funcionários do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais, funcionando em situação de “falso” recibo verde”, no Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro -Rovisco Pais, Cantanhede.
Pergunta:
Desde há uns anos para cá que a precariedade parece querer tomar conta da realidade laboral do país, traduzindo-se nas mais diversas formas de "vínculos" precários, como por exemplo, o recurso a "falsos recibos verdes". Este tipo de recurso constitui uma “contratação” ilegal, que tem sido transversal a todos os setores de atividade, seja no setor privado, como no público, sendo que no setor público a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) não tem jurisdição para intervir.
O Partido Ecologista Os Verdes tomou conhecimento que cerca de metade do número total de funcionários do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais, um dos maiores centros de reabilitação do país, encontra-se em situação de “falso” recibo verde, ou seja:- oito enfermeiros;- nove dos vinte fisioterapeutas;- dois dos cinco terapeutas ocupacionais;- dois dos três terapeutas da fala, aos quais se acresce mais um CEI;- todos os professores de educação física (dois);- todas as psicólogas (três);- mais de cinquenta assistentes operacionais;- duas das cinco assistentes sociais;- várias assistentes administrativas.
Segundo informação transmitida ao PEV, a maioria destes trabalhadores encontra-se em situação precária há cinco anos, ou seja, desde 2011, altura em que ocorreram a maioria das contratações, havendo, no entanto, alguns trabalhadores que estão nesta situação há dez anos.
Embora não tenham um contrato de trabalho, estes trabalhadores a recibos verdes estão a exercer uma função igual, um horário igual, no mesmo local, reportam ao mesmo chefe de equipa e recebem ao dia vinte e um de cada mês, tal e qual como os restantes trabalhadores do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro, funcionários estes com vínculo à função pública.
No entanto, estes trabalhadores a “falsos” recibos verdes não têm quaisquer direitos laborais, quando comparados com um trabalhador que possui um contrato de trabalho, isto é, não são abrangidos por subsídios extraordinários (subsídio de turno ou compensação pelos feriados trabalhados), direito a férias pagas, a licença de gravidez e compensação em caso de doença.
O recurso a esta forma de "contratação" é injusta e discriminatória fazendo com que os trabalhadores que desempenham as mesmas funções acabem por ter os seus direitos muito reduzidos, com salários mais baixos, pois são os próprios trabalhadores a fazer a totalidade dos descontos para a segurança social e a retenção na fonte de IRS.
O recurso a “falsos” recibos verdes para o preenchimento de postos de trabalho é uma prática ilegal a que o Estado recorre frequentemente para preencher necessidades permanentes em determinados serviços públicos, quando o que se exige é que sejam assegurados os devidos direitos, através de um contrato de trabalho, reduzindo a precariedade e a insegurança dos trabalhadores.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito à S. Exa. O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo, a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Saúde me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1- O Ministério da Saúde confirma que cerca de metade dos trabalhadores do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais estão contratados como prestadores de serviços?
2- Que medidas, a curto prazo, o Ministério da Saúde pretende desenvolver de forma a efetivar os direitos dos trabalhadores contratados como prestadores de serviços para assegurem as necessidades deste centro de reabilitação?
Mira Online | Março 30, 2016 às 6:22 pm | Categorias: Locais | URL: http://wp.me/p5tucu-cVK

Seguridad, protección y eficiencia aérea


by Yesica Flores

• Dorma+kaba más allá de la seguridad
Ciudad de México, marzo de 2016.- La operación aérea ha aumentado considerablemente en los últimos años, lo que ha llevado a las administraciones aeroportuarias a considerar los aspectos necesarios para gestionar fácilmente terminales aéreas con importante flujo de personas; lo que incluye cuestiones de seguridad y control de acceso en espacios restringidos al interior de ellas.
Los principales aeropuertos internacionales del mundo han ido mejorando sus procedimientos y tecnologías para que el tráfico aéreo de pasajeros pueda lograr seguridad y eficiencia. Han renovado los accesos, agilizado el tránsito de pasajeros y aumentado la seguridad por medio de innovadores sistemas de control de acceso. Además, en casos de amenaza y en ocasiones que se requiera hacer uso de las salidas de emergencia, las puertas deben poder bloquearse o desbloquearse automáticamente, para facilitar la evacuación y proteger al personal al interior de determinadas áreas.
Por ello, si de control de acceso y seguridad se trata dorma+kaba cuenta con una amplia experiencia en servicios cualificados a apartir de los requisitos de las diferentes aerolíneas y operadores de aeropuertos, tomando en cuenta la necesidad de alta seguridad, flujo eficiente de personas y una óptima gestión del espacio.

Una de las soluciones que facilita dorma+kaba son sus puertas de embarque automático que ayudan a reducir las colas y a mejorar el servicio; mientras que la mayoría de los pasajeros pasa por estas puertas automáticas para subir al avión, el personal de tierra puede dedicarse a las personas que necesitan ayuda, ya sea pasajeros con discapacidad o de edad avanzada.
Asimismo, brinda soluciones electrónicas de control de acceso y los sistemas de cierre mecánico protegen de forma independiente zonas especiales, con acceso restringido para el público en general.
Dorma+kaba ofrece puertas especiales de seguridad que poseen certificado de funcionamiento, algunas de ellas con opción a barras antipacnico personalizadas para colocación en cristal y diseñadas para uso rudo. Sus aplicaciones se adaptan a diferentes anchos y alturas a las puertas, por lo que la seguridad, fiabilidad y el atractivo estético son requisitos indispensables.
También cuentan con puertas automáticas con sistema breakout; que poseen una salida de emergencia integrada en las hojas corredizas y fijas, las que se abaten de forma manual hacia la ruta de escape en caso de alguna emergencia. Estas puertas cumplen con las normas y certificaciones internacionales que se solicitan para ser usadas como salidas de emergencia (ANSI A156.10, NFPA 101, UL listed y ADA).
Con estos y más productos, dorma+kaba introduce a los clientes a un mundo que va más allá de la seguridad y aporta un valor añadido, el cual se ve manifestado en la instalación de miles de puertas en todo el mundo y la experiencia única que se adquiere a la hora de trabajar con socios de compañías aéreas, operadores aeroportuarios, arquitectos e instaladores.

Acerca de dorma+kaba: El grupo empresarial cotiza en bolsa con ventas anuales de 2,000 millones de francos suizos, y cuenta con más de 16, 000 empleados y presencia en más de 60 países.
Yesica Flores | marzo 30, 2016 en 12:09 pm | Etiquetas: Seguridad | Categorías: Productos | URL: http://wp.me/p5cUp9-ZQ