terça-feira, 21 de junho de 2022

Caldas da Rainha: 23 de junho, Biblioteca Municipal, palestra: A família também evolui! Os diversos apoios às Famílias

No próximo dia 23 de junho, pelas 18h00 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha, vai decorrer uma palestra/sessão de sensibilização junto da comunidade, intitulada: “A família também evolui! Os diversos apoios às Famílias”
 
Oradoras:
Professora Doutora Engrácia Leandro
Dr.ª Fátima Oliveira (Segurança Social do Centro Distrital de Leiria)
Inscrições a serem efetuadas através do link indicado: www.mcr.pt/webcenter/portal/mcr/familia

Ansião | Autarquia reforça investimento em projetos sociais

O Município de Ansião formalizou a assinatura de um Protocolo de Cooperação com a Fundação de Nossa Senhora da Guia, no âmbito do projeto S@ÚDE+PERTO, no passado dia 2 de junho.

O ato decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho, tendo contado com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Ansião, António José Domingues, e dos representantes da Fundação de Nossa Senhora da Guia – José António Fareleiro, Rui Rosa e Pedro Dias.

Este Protocolo de Cooperação formaliza a “Carta de Compromisso de Investidor Social” já emitida pelo município para viabilizar a realização do projeto, aprovado ao abrigo do Programa de Financiamento “Parcerias para o Impacto” e compromete a autarquia a um cofinanciamento do projeto no montante de 50.400 euros, correspondente a 35% do seu custo global, que se estima em 355.557,70 euros.

O Projeto S@ÚDE+PERTO pretende conceber, estruturar e concretizar uma intervenção piloto de demonstração de novas abordagens na área da telemonitorização da saúde, para idosos portadores de doenças crónicas, residentes no concelho de Ansião e nos outros concelhos parceiros - Alvaiázere, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Penela e Pedrógão Grande.

A sua implementação visa reforçar o acompanhamento do percurso clínico do doente com mais de 65 anos em situação de multimorbilidade; reduzir a carga de cuidados (polifarmácia e múltiplos contactos com o sistema de saúde); proporcionar uma resposta articulada envolvendo o meio hospitalar, os cuidados de saúde primários e o setor social; melhorar a qualidade de vida do doente através da partilha de decisões baseadas nos tratamentos indicados, prioridades de saúde, estilo de vida e objetivos; e aumentar o sentimento de acompanhamento e a autoconfiança dos doentes em relação à sua saúde.

Por assumir como prioritária a qualidade de vida da população, esta é mais uma das ações que o município tem vindo a implementar na área do apoio social, tendo-se constituído como investidor social de outros projetos de inovação social no concelho, tais como “Rugas de Esperança”, da Santa Casa da Misericórdia de Ansião, e “100% Consigo”, do Centro Social Paroquial de São Tiago da Guarda.

Marinha Grande | ASSEMBLEIA MUNICIPAL REÚNE A 23 DE JUNHO

A Assembleia Municipal da Marinha Grande reúne em sessão ordinária, no dia 23 de junho de 2022, (quinta-feira) pelas 20h30, no auditório do Edifício da Resinagem, sito na Praça Stephens, na modalidade mista que combina o formato presencial com o meio digital, através da plataforma zoom.

A ordem do dia é a seguinte:

1. APROVAÇÃO DAS ATAS DAS REUNIÕES DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL n.ºs 1 e 2/2022;

2. REELEIÇÃO DOS REPRESENTANTES DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DA MARINHA GRANDE (1 EFETIVO E 1 SUPLENTE) PARA A COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO PARA A REVISÃO DO P.D.M. - PLANO DIRETOR MUNICIPAL DA MARINHA GRANDE;

3. APROVAÇÃO DA PRORROGAÇÃO DO PRAZO DE MEDIDAS PREVENTIVAS – SUSPENSÃO PARCIAL DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DA MARINHA GRANDE – EMISSÃO DE PARECER DA CCDRC – BOLLINGHAUS STEEL, S.A. - Vieira de Leiria;

4. APROVAÇÃO DA PROPOSTA DE DESAFETAÇÃO DO DOMÍNIO PÚBLICO MUNICIPAL – AFETAÇÃO AO DOMÍNIO PRIVADO DISPONÍVEL DO MUNICÍPIO;

5. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DA 2ª ALTERAÇÃO AO MAPA DE PESSOAL 2022;

6. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS CONSOLIDADAS RELATIVAS AO EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2021;

7. APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO DA 16.ª MODIFICAÇÃO AOS INSTRUMENTOS PREVISIONAIS DE 2022 – 3.ª REVISÃO;

8. AUTORIZAÇÃO PRÉVIA DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL PARA A ASSUNÇÃO DE COMPROMISSOS PLURIANUAIS;

9. NOMEAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO;

10. APRECIAÇÃO DA ATIVIDADE MUNICIPAL E SITUAÇÃO FINANCEIRA.

A presente sessão será transmitida em direto no canal do Youtube OA MGTV e disponibilizada no portal do Município da Marinha Grande.

É assegurada a intervenção do público, sendo disponibilizados os meios para a sua participação no local e/ou em direto por videoconferência, se for essa a intenção. O público que pretenda assistir ou intervir deve entrar pelo portão norte do edifício da Resinagem e ser portador de máscara.


Aveiro | Workshop de Culinária Mediterrânica promove alimentação saudável

Promover uma alimentação saudável baseada na dieta mediterrânica é o propósito do Workshop de Culinária Mediterrânica, que vai juntar o Chef de Cozinha Gonçalo Melo e o nutricionista Ivo Ferreira no espaço “A Cozinha é um Laboratório” da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro. Acontece no próximo sábado, 25 de junho, às 15h30 e a participação é gratuita.
A dieta mediterrânica representa um modelo alimentar equilibrado e completo com inúmeros benefícios para a saúde. Assenta nos princípios de um estilo de vida saudável, em que se privilegia a utilização de alimentos tradicionais e da época, confecionados através de práticas culinárias simples.
No Workshop de Culinária Mediterrânica, o Chef de Cozinha Gonçalo Melo e o nutricionista Ivo Ferreira, convidam-nos a conhecer um pouco mais sobre a dieta mediterrânica. Os participantes prepararão e confecionarão três receitas (amuse-bouche, entrada e prato principal) seguindo os princípios da dieta mediterrânica e no fim haverá um momento de degustação das confeções executadas.
O workshop tem início às 15h30 e decorre até às 18h30, tem lugar no espaço “A Cozinha é um Laboratório” da Fábrica Centro Ciência Viva e destina-se a jovens e adultos.
As inscrições podem ser feitas através do email fabrica.cienciaviva@ua.pt.
Este Workshop acontece no âmbito do Projeto Comunidades Saudáveis, financiado pela Ciência Viva.

Estudo Multipessoal: Necessidades e Expectativas dos Colaboradores de Empresas em Portugal. Salário competitivo é o benefício mais valorizado pelos profissionais portugueses, mas apenas 13% afirma tê-lo

 

  • Modelo 100% presencial continua a ser o mais comum em Portugal e também o favorito dos profissionais;

  • Culturas organizacionais baseadas em estruturas definidas e controlo prevalecem, mas portugueses valorizam mais a flexibilidade, inovação e proatividade;

  • Esmagadora maioria considera não receber um salário competitivo, realidade que se acentua entre as mulheres.

Lisboa, 21 de junho de 2022 – A Multipessoal, empresa portuguesa de Recursos Humanos, revela os resultados do seu estudo “Necessidades e Expectativas dos Colaboradores de Empresas em Portugal”, que analisou tendências e preferências dos colaboradores de empresas no país. A pesquisa focou-se em questões como modelos de trabalho, cultura organizacional, benefícios e satisfação com a situação laboral atual, tendo sido realizadas entrevistas online a uma população de homens e mulheres, entre os 18 anos e os 64 anos, residentes em Portugal continental e atualmente empregados por conta de outrem.

Teletrabalho ganhou adeptos, mas modelo presencial continua a prevalecer

No que se refere aos modelos de trabalho em vigor, o estudo revela que 78% dos inquiridos se encontra atualmente a trabalhar de forma exclusivamente presencial, 17% num regime híbrido e apenas 5% num modelo totalmente remoto. Em termos de preferências, quase metade dos participantes no estudo garante valorizar mais um modelo de trabalho 100% presencial, com foco nas gerações mais velhas. A principal razão para a preferência pelo trabalho 100% presencial é o facto de não haver outra hipótese para a realização do trabalho (34%) e o contacto humano/socialização (32%).

Quanto ao modelo híbrido, este é eleito como o favorito por 40% dos inquiridos, destacando-se o escalão etário dos 25 aos 34 anos, em que 48% prefere este regime de trabalho, e a área da Grande Lisboa, em que mais de metade dos profissionais (51%) elege esta opção. O poder de escolha entre trabalhar em casa ou no escritório (31%), a poupança em tempo e dinheiro (28%), a flexibilidade (25%) e a conciliação da vida profissional com a vida pessoal (25%) são os principais drivers de quem prefere o modelo de trabalho híbrido.

Embora o teletrabalho tenha vindo a ganhar cada vez mais protagonismo, em particular, devido ao contexto pandémico, a modalidade 100% remoto é indicada como a preferida por apenas 11% da amostra, sendo que poupança em tempo e dinheiro é o principal motivo de 52% desta parcela dos inquiridos. André Ribeiro Pires, Executive Board Member e COO da Multipessoal, comenta que “muitos profissionais viram com bons olhos a transição para modelos de teletrabalho e foi algo que, por força da necessidade, se normalizou. No entanto, de acordo com os dados recolhidos, os portugueses continuam a preferir ter maioritariamente uma componente presencial, ao invés de usufruírem de um regime exclusivamente remoto”.

Em termos globais, 64% dizem estar satisfeitos com o modelo de trabalho que têm atualmente, no entanto, mais de 1/3 preferia ter outro. Destes, 27% preferiam o trabalho em regime híbrido e apenas 1% um modelo totalmente presencial.


Cultura Organizacional: Estrutura vs. Flexibilidade, Controlo vs. Inovação

Quando questionados quanto ao tipo de cultura que pensam vigorar na sua empresa, a Cultura Burocrática, baseada na estrutura e controlo de processos, e caracterizada por um ambiente de trabalho extremamente organizado e com políticas e procedimentos bem definidos, é a mais presente nas empresas, com 31% dos inquiridos a dar esta indicação. Já a Cultura de Clã, associada a um ambiente “familiar”, amigável e otimista, com funcionários que colaboram e promovem um espírito de entreajuda entre si, é identificada em 29% das respostas.

No entanto, mais de metade dos inquiridos (51%) afirma que a Cultura Empreendedora é a que mais se adequa aos tempos atuais. O mesmo responsável da Multipessoal destaca que “esta preferência é transversal a todas as faixas etárias, à exceção da dos 25 aos 34 anos, em que a preferência está na Cultura de Clã (41%). Quem admite estar numa empresa com Cultura de Clã refere que é o tipo de cultura que mais prefere, contudo, entre os inquiridos das restantes opções, a grande maioria refere preferir efetivamente ter uma Cultura Empreendedora, que gira em torno da inovação, do sucesso e da flexibilidade, promovendo a proatividade e a geração de ideias”.

Quanto aos elementos que caracterizam a cultura da empresa, a boa relação com a equipa (72%), o equilíbrio entre vida pessoal e profissional (67%) e o reconhecimento profissional (62%) são os aspetos mais valorizados. As oportunidades de progressão são identificadas por 53% dos participantes, denotando-se uma evidente valorização crescente deste fator quanto mais elevado é o nível de escolaridade dos profissionais.

Salário competitivo é o benefício mais valorizado, mas poucos acreditam tê-lo

Relativamente aos benefícios oferecidos atualmente pelas empresas, o subsídio de alimentação (75%), a disponibilização de equipamento informático (38%) e o estacionamento gratuito (37%) são os mais comuns, de acordo com os inquiridos. No entanto, mais de metade dos profissionais (56%) afirma que um salário competitivo é o benefício que mais valorizam, sendo que apenas 13% refere tê-lo.

André Ribeiro Pires enfatiza que “existe um claro desfasamento entre aquilo a que os profissionais portugueses mais atribuem importância e aquilo a que realmente têm acesso nos seus empregos atuais. Esta tendência acentua-se ainda mais para as mulheres, sendo que apenas 9% afirma ter um salário competitivo, face a 18% dos homens, o que levanta, mais uma vez, preocupações quanto à desigualdade entre géneros no contexto laboral”.

Paralelamente, quanto mais elevadas são as habilitações literárias dos profissionais, mais importância é dada ao nível de remuneração. Se 44% dos indivíduos com até ao 9.º ano consideram este fator o mais importante, o valor sobe significativamente para 59% para as pessoas que completaram o ensino universitário.

Ainda no que se refere aos benefícios, o tema da saúde mental é visto de forma muito diferente consoante a idade dos profissionais. Os mais novos valorizam significativamente mais o acesso a plataformas de apoio à saúde mental do que os restantes targets, em especial o target mais velho dos 55 aos 64 anos. Quanto a este tema, “embora, de acordo com esta pesquisa, a saúde mental ainda não surja como uma das principais prioridades dos profissionais portugueses, estes dados evidenciam que este será um tema com importância crescente a médio-prazo, à medida que as agora gerações mais novas se integram e constituem cada vez mais uma fatia relevante do mercado de trabalho”, refere o COO da Multipessoal.

Outra das componentes em análise no estudo da empresa de recursos humanos foi a aposta em formação por parte das empresas. Os dados revelam que esta é muito valorizada pelos colaboradores, com 88% dos inquiridos a afirmar valorizar muito ou totalmente ter acesso à mesma em contexto profissional. Os tipos de formação mais apreciados são Cursos de Desenvolvimento Pessoal, selecionados por 56% da amostra, cuja importância se acentua à medida que o nível de escolaridade é mais alto, seguidos pelos Cursos de Línguas (55%) e os Cursos de Informática na Ótica do Utilizador (41%). Cerca de 2/3 dos colaboradores afirma sentir necessidade de ter formação externa para evoluir no seu trabalho.

Metade identifica-se com o seu trabalho, mas há variações em função da idade

Quando questionados sobre a identificação com o local de trabalho, mais de metade da amostra diz identificar-se com o seu emprego atual. No, entanto, quanto menor a idade, menor o nível de identificação – se 71% dos indivíduos dos 55 aos 64 anos afirma identificar-se com o seu emprego atual, este valor decresce bastante para pessoas entre os 18 e os 24, com 55% a fazerem a mesma afirmação.

Em termos de motivações, 6 em cada 10 inquiridos refere que a sua grande motivação é fazer atualmente algo que realmente goste e afirma que se sente muito envolvido com o seu trabalho e se identifica com o que faz. O valor desta afirmação é significativamente superior junto do target dos 55 aos 64 anos.

Finalmente, quando questionados sobre os fatores que os fariam despedirem-se da sua empresa atual, mais uma vez um salário pouco competitivo é o principal motivo apontado, tanto por homens como por mulheres. No entanto, nos segmentos mais jovens, destaca-se, mais do que um salário competitivo, a falta de progressão salarial e a falta de reconhecimento profissional como fatores importantes para sair da empresa atual.

”Mais uma vez, verificamos que as motivações mudam consoante o contexto e, em particular, a idade, e que os mais jovens tendem a atribuir grande importância às oportunidades de progressão de carreira e à valorização do seu contributo profissional. Num momento em que se vão observando diversas mudanças nas dinâmicas de mercado de trabalho, com grandes desafios ao nível da retenção de talentos, é fundamental que as organizações se mantenham atentas e sejam proactivas na forma como endereçam estas questões”, conclui André Ribeiro Pires.

Realizado nos meses de abril e maio de 2022, o estudo da Multipessoal, em parceria com a Netsonda, contou com entrevistas realizadas online a um total de 800 participantes.

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Sobre a Multipessoal

A Multipessoal é uma empresa portuguesa de Recursos Humanos, com mais de 25 anos de experiência no setor. Procura proporcionar a melhor experiência de emprego aos Colaboradores com quem trabalha diariamente, potenciar o negócio dos Clientes que lhe delegam a responsabilidade de encontrar os melhores profissionais e apoiar os Candidatos que lhe confiam um momento tão importante como o da mudança de emprego.

Atuando em todo o território nacional, a Multipessoal dedica-se às áreas do Trabalho Temporário, Outsourcing, Facility Services, Recrutamento e Seleção Especializado, e Consultoria Digital, contando com mais de 1 000 clientes e mais de 10 000 colaboradores colocados, nos vários regimes de contratação.

NADADORES DA SOCIEDADE COLUMBÓFILA COMPETIRAM NO TOREGRI 3

A Secção de Natação da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, esteve representada naquela que foi a última prova de cadetes organizada pela Associação de Natação de Coimbra, dado ter sido cancelado a realização do Torneio Interdistrital de Cadetes que estave planeado para dia 16 de julho.

A edição de 2022 do TOREGRI 3 teve como palco as piscinas municiais da Lousã, local em que 95 atletas em representação de 9 clubes competiram durante os dias 18 e 19.

A ASSSCC esteve representada com 17 atletas, tendo sido a maior comitiva que integrou a competição.

Os jovens nadadores da coletividade de Cantanhede estiveram em grande plano com prestações bastante interessantes.

No final da competição a ANC viria a entregar os prémios refentes ao Circuito Regional de Cadetes.

O primeiro lugar coletivo foi prémio entregue a ASSSCC.


Marinha Grande | BANDEIRA AZUL E GALARDÃO DE PRAIA ACESSÍVEL HASTEADOS

A Bandeira Azul, atribuída pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), foi hasteada em São Pedro de Moel e na Praia Velha, na sexta feira, 17 de junho, na sequência da candidatura apresentada pelo Município da Marinha Grande, que, há 23 anos, não concorria ao programa. Para além destes galardões, foi hasteada a bandeira relativa à Praia Acessível, em São Pedro de Moel e na Praia da Vieira.

O hastear das bandeiras foi presenciado pelo vereador do ambiente; João Brito; pela vereadora Ana Laura Baridó; pela presidente da Junta da Marinha Grande, Cristina Sousa; pelo presidente da Junta de Vieira de Leiria, Álvaro Cardoso; pelo presidente da Junta de Freguesia da Moita, Franclin Ventura; pelo Capitão do Porto da Nazaré, Zeferino Henriques; pelos representantes da ARH Centro, Pedro Santos e Mário Ferreira, por representantes das eco escolas do concelho, entre outras entidades.
O vereador do ambiente, João Brito, admite que “a atribuição da Bandeira Azul a São Pedro de Moel e Praia Velha, demonstra o reconhecimento ambiental e turístico, destas estâncias balneares, que cumprem os critérios obrigatórios deste programa da ABAE”. Acrescenta que, “voltarmos a hastear a bandeira da Praia Acessível em São Pedro de Moel e na Praia da Vieira permite dar a conhecer estes locais às pessoas com deficiência e a todas as pessoas com mobilidade condicionada, como destino de férias”.
Para este ano, das quatro águas balneares monitorizadas pela Administração da Região Hidrográfica do Centro (São Pedro de Moel, Praia Velha, Pedras Negras e Paia da Vieira), a Câmara Municipal candidatou as duas praias para as quais se considerava haver condições de elegibilidade para a próxima época balnear de 2022, para o cumprimento dos 19 critérios obrigatórios do Programa Bandeira Azul.

A Bandeira Azul é um programa internacional de qualidade ambiental que distingue o esforço de diversas entidades, no sentido da melhoria continua, e implica o cumprimento de critérios de qualidade de água, segurança, gestão ambiental, educação ambiental e informação.

De acordo com a ARH Centro, a reentrada de São Pedro de Moel no Programa Bandeira Azul e a primeira atribuição deste galardão à Praia Velha revelam “o excelente desempenho na época balnear de 2021, que requereu um envolvimento e um empenho excecionais no cumprimento de regras de segurança, para que todos pudessem usufruir de um local tão saudável como são as nossas Praias e solicita o mesmo empenho na época balnear de 2022”.
 
O galardão “Praia Acessível” visa tornar acessíveis as praias portuguesas, marítimas e fluviais, às pessoas com mobilidade condicionada e sensibilizar todas as pessoas, em especial as que intervenham como agentes e as que são utentes das praias como veraneantes, para a problemática das pessoas com mobilidade condicionada. Outros objetivos passam por mobilizar, através das parcerias estabelecidas, as autarquias locais e os concessionários das praias para a necessidade de: promover a acessibilidade às praias criando ou melhorando rampas, estendendo passadeiras de acesso, instalando corrimãos, adaptando instalações sanitárias; e disponibilizar instrumentos auxiliares, tendo em vista a possibilidade das pessoas com mobilidade condicionada acederem à água e aí se banharem.